IHC Studio
Diagnóstico confidencial
2026
Diagnóstico da comunicação · construtoralaguna.com.br

O diagnóstico completo da
comunicação da Laguna.

Tudo na tela, cada ponto com a prova real: print, dado, fonte. Sete frentes: site, redes, imprensa, mídia paga, atendimento, concorrentes e a conta.

Preparado para
Construtora Laguna
O diagnóstico, frente por frente
01

O Site

Quem toca esta frente hoje: Rede Magic (site e plataforma), D-Lab (design e identidade) e a equipe interna de marketing e TI.

A começar pela capa, o site está aquém de uma incorporadora de altíssimo padrão. E por baixo, há uma série de pontos importantes a corrigir: tecnologia fora de prazo, SEO mal otimizado, funil sem conversão e descuidos que destoam de um produto de luxo.

A Laguna vende muito bem: historicamente entrega de 80% a 90% das unidades vendidas antes da obra terminar. Este diagnóstico não é sobre vender, é sobre o que fica na mesa, e sobre o jogo que vem: o colecionador de altíssimo ticket, que pede outra estrutura e outra linguagem.

Justamente por venderem bem, é fácil não olhar pra dentro da máquina. Mas é o que está por baixo que decide a margem, a dependência de intermediário e a venda dos produtos mais difíceis. Aqui vai cada ponto em detalhe, pra mostrar com clareza o tamanho da oportunidade.

Onde estão os erros, no detalhe

A A Home: a primeira impressão

construtoralaguna.com.br · a home (o slider girando)
o slider do hero girando: abre nos 30 anos e rotaciona pelos empreendimentos
um dos slides do banner · camadas 2D marcadas
um slide do banner com as camadas 2D sobre o render marcadas
  • 1A capa abre afogada em 2D, e num slide institucional, não num produtoA primeira tela é um slider automático que troca sozinho e rotaciona pelos empreendimentos (BIOOS, JOÁ, ZAHI, TREVI, KAÁ, Galeria, VAZ). Não falta conteúdo. O problema é o excesso: sobre cada render se empilham dez camadas 2D (barra promocional, logo, telefone, WhatsApp, área do cliente, slogan, botão, selo do prédio, ícones e setas). E a tela de abertura, a que mais gente vê, é o institucional dos 30 anos, não um empreendimento.Na prática, pra vocês: a vitrine principal abre no institucional e ainda coberta de interface. O produto de vocês é cinematográfico, e a capa parece um flyer cheio de adesivos. Abrir num empreendimento forte e tirar peso do 2D faz o comprador de alto padrão parar.

B A capa, lado a lado com a praça

A primeira tela é a que decide se o visitante fica. Vale ver a capa da Laguna ao lado das dos concorrentes diretos de alto padrão de Curitiba, todas capturadas hoje.

construtoralaguna.com.br
a capa do site da Laguna
Construtora Laguna, hoje
ag7.co
a capa do site da AG7
AG7
gtbuilding.com.br
a capa do site da GT Building
GT Building

As outras construtoras de alto padrão pelo país (Curitiba, São Paulo, Rio, Santa Catarina) abrem do mesmo jeito. Clique para abrir a galeria:

San Remo
San Remo
Avantti
Avantti
Cyrela
Cyrela
Mozak
Mozak
Swell
Swell
Bouw
Bouw
Cechinel
Cechinel
Giacomazzi
Giacomazzi
Porto Camargo
Porto Camargo
Riskalla
Riskalla
Bidese
Bidese
  • 1Lado a lado, a praça deixa a arquitetura respirar. A Laguna empilha 2D.Tanto a Laguna quanto os concorrentes abrem com o produto em tela cheia. A diferença é o tratamento: a AG7 abre com a torre no céu, só o logo e o seletor de idioma, respiro total. A Laguna cobre o mesmo tipo de render com dez camadas de interface e gráficos 2D. O argumento, a arquitetura, está no mesmo nível; a apresentação, não.Na prática, pra vocês: numa vitrine de milhões, menos é mais. A capa mais forte não é a que mostra mais coisa, é a que deixa o produto preencher a tela. A matéria-prima de vocês já permite isso hoje.
os heroes dos empreendimentos com o mesmo excesso de 2D marcado
A mesma poluição se repete na vitrine de cada prédio: enxame de badges, wordmark 2D chapado, e na BIOOS um elemento quebrado sobre o render.
  • 2Os heroes dos empreendimentos repetem o excesso, e não estão à altura do que vendemCada empreendimento abre com o mesmo enxame de badges (telefone, WhatsApp, portal, menu, acessibilidade) sobre o render, e um wordmark 2D chapado por cima. Na BIOOS, ainda há um elemento branco quebrado no meio da imagem. Os renders costumam ser bons; o tratamento os achata.Na prática, pra vocês: a página de cada prédio é a vitrine daquele produto, e abre com a mesma poluição da home. Um hero limpo, com a arquitetura preenchendo a tela, valoriza o que vocês levaram anos pra construir.

C A Laguna, Performance e Certificação WELL: as páginas institucionais

construtoralaguna.com.br/a-laguna
a página A Laguna, inteira
a visão, logo no início da página "Ser reconhecida como a empresa que mais entende e melhor atende…" // genérico, serve pra qualquer construtora onde aparece "o edifício mais sustentável do mundo" só perto do fim (linha 1216, num texto de ~1.000 palavras) // o melhor argumento, enterrado
  • 1O texto institucional é genérico, poderia ser de qualquer construtoraLogo no início, a visão é de manual: "Ser reconhecida como a empresa que mais entende e melhor atende…". Nada que só a Laguna possa dizer.Na prática, pra vocês: quem entra pra entender por que a Laguna é diferente lê uma frase que serve pra qualquer empresa e fecha a aba. A página que devia provar a singularidade começa igual a todas.
  • 2O maior diferencial está enterrado no fim, num paredão"O edifício mais sustentável do mundo" e a certificação WELL, o que a Laguna tem de único no Brasil, só aparecem perto do fim da página (lá pela linha 1216), dentro de um bloco de mais de mil palavras em mais de 20 parágrafos corridos, sem destaque nem imagem.Na prática, pra vocês: nesta página institucional, o recorde mundial está numa parte onde poucos chegam. Tratada como obra, essa página abriria com isso, com peso e imagem, não numa linha perdida num texto que ninguém lê inteiro.
construtoralaguna.com.br/performance
a página Performance
A página Performance
construtoralaguna.com.br/certificacao-well
a página Certificação WELL
A página Certificação WELL
a página Performance, por dentro H1: "Quem busca performance reconhece um Laguna" · conteúdo real e ilustrado: conforto térmico (metodologia ASHRAE 55), acústico acima da norma, esquadrias e vidros, 59 imagens e 4 vídeos (um deles é o tour virtual) mas o SEO e a conversão dela título: "Performance - Construtora Laguna" (sem palavra-chave) · descrição no Google: o texto genérico do site ("Desde 1996…") · imagem ao compartilhar: a seo.png genérica · CTA: só WhatsApp, sem chamada ativa a página Certificação WELL, por dentro H1: "Certificação WELL" · explica os 10 pilares (Água, Ar, Comunidade, Conforto térmico, Som, Luz, Materiais, Mente, Movimento, Nutrição) · mesma descrição genérica no Google
  • 3O conteúdo forte está, sim, nas páginas que vendem (isto vocês acertaram)A Performance prova conforto térmico e acústico com método; a WELL explica os 10 pilares de saúde. E não está perdido: cada página de empreendimento cita a certificação e linka pra elas (2 vezes pra Performance, 3 pra WELL). O ativo está distribuído onde vende.Na prática, pra vocês: aqui o acerto é de vocês. O conserto não é levar o conteúdo pra venda (já está lá), é dar SEO e destaque às próprias páginas Performance e WELL, que é o ponto a seguir.
  • 4Esse conteúdo de ouro não se vende sozinho na buscaAs duas páginas têm título próprio mas sem palavra-chave, e usam a descrição genérica do site (o mesmo "Desde 1996…") e a imagem de compartilhamento padrão. Quem pesquisa "conforto térmico" ou "edifício saudável" não encontra essas páginas, e quem compartilha o link mostra a propaganda genérica, não o diferencial.Na prática, pra vocês: vocês produziram o conteúdo difícil, que é a parte cara, e falta o ajuste simples que faz ele ser achado e clicado. É colher o que já foi plantado.

E não para nas páginas. A Laguna mantém uma biblioteca virtual inteira de conteúdo de marca sobre saúde e bem-estar, em PDF para download. São 15 guias, cerca de 600 páginas:

os 15 guias da biblioteca virtual da Laguna
A biblioteca virtual da Laguna, recortada dos PDFs reais: 5 guias WELL por empreendimento (a Galeria Laguna tem LEED Platinum, 103 pontos, a maior nota da categoria) e 10 cartilhas de saúde com a marca.
15
guias na biblioteca
~600
páginas de conteúdo de marca
103
pontos LEED da Galeria Laguna, a maior nota (Platinum)
PDF
o formato: download, não distribuição
  • 5O acervo mais rico da marca mora em PDF, esperando ser baixadoOs 5 guias WELL por empreendimento trazem a engenharia real de cada prédio: sensores de qualidade do ar em tempo real (com painel público no local), filtro de ar MERV 13, ventilação 30% acima da norma internacional, captação e potabilização da água da chuva, controle de Legionella. A Galeria Laguna tem LEED Platinum, com 103 pontos, a maior nota da categoria. Tudo isso, mais 10 cartilhas de saúde com a marca, vive como arquivo para download numa biblioteca, não como conteúdo que circula.Na prática, pra vocês: esse é o argumento mais forte da marca, saúde medida e certificada, já produzido, pronto e pago, parado num formato que só quem procura encontra. A substância existe de sobra. O que falta é levar isso pra onde as pessoas estão.

D O catálogo e o conteúdo

construtoralaguna.com.br/imoveis-residenciais
página de empreendimentos, um paredão de texto
  • 1Um paredão de textoA página de empreendimentos abre com parágrafos densos, sem galeria. Os diferenciais de classe mundial (a certificação WELL, o recorde de sustentabilidade) aparecem só a partir do terceiro parágrafo, perdidos no meio do texto. O melhor da Laguna, escondido.
  • 2Vitrine de 16 produtos sem filtroExiste uma busca geral no menu, mas a vitrine não deixa filtrar por quartos, bairro ou preço. Quem procura um 3 quartos no Batel hoje precisa procurar manualmente, sem filtro.
construtoralaguna.com.br/imoveis-residenciais
grid de empreendimentos, a maioria com selo 100% comercializado
os 16 cards do catálogo, e quantos trazem o selo de vendido 16 empreendimentos no catálogo
9 com o selo "100% comercializado" // vendidos, agrupados no fim; os disponíveis vêm primeiro e a mesma localização escrita de dois jeitos, no mesmo catálogo Curitiba / Batel // uns cards assim
Curitiba / BATEL // outros assim (idem Cabral/CABRAL, Barigui/BARIGUI)
9 já vendidos (100% comercializado)   7 à venda  ·  os disponíveis aparecem primeiro, mas sem filtro por quartos, bairro ou preço
  • 3O mesmo bairro escrito de jeitos diferentes na mesma páginaA localização aparece como "Batel" em uns cards e "BATEL" em outros, "Cabral" e "CABRAL", "Barigui" e "BARIGUI", lado a lado.Na prática, pra vocês: são cadastros feitos em momentos diferentes, sem um padrão único, e ninguém revisou depois. Sozinho é pequeno. Mas somado ao nome da marca escrito errado e ao link quebrado do pós-venda, forma um padrão de inconsistência que o comprador de alto padrão percebe.

E As páginas de empreendimento, uma a uma

É o coração da venda, onde o cliente decide. Cada ponto a seguir foi conferido página por página. O vídeo, todas as páginas embarcam, isso a casa faz bem. O problema é o resto: páginas sem preço, sem descrição própria e, no caso da PINAH, com o texto de outro prédio.

0
páginas mostram o preço
9
páginas com a descrição vazia
1
página com o texto de outro prédio (PINAH = ROC)

Seis das sete capas de empreendimento à venda, lado a lado. Muda o prédio, muda o nome, e o molde é exatamente o mesmo: render de fundo, a mesma faixa "Cidade | Bairro | Tipo | Status" e o nome no centro. Nada distingue um produto único do outro. (A sétima, a KAÁ, segue o mesmo padrão.) Clique para ampliar.

capa da página do JOÁ Cabral
JOÁ Cabral
capa da página do TREVI Batel
TREVI Batel
capa da página do ZAHI Taunay
ZAHI Taunay
capa da página do BIOOS Alto da Glória
BIOOS Alto da Glória
capa da página do BIOOS Barigui
BIOOS Barigui
capa da página do VAZ Batel
VAZ Batel

É isto que precisa virar página-arte, uma por uma. Por dentro, o que cada página tem e o que está trocado entre elas:

EmpreendimentoVídeo embutidoPreçoDescrição (Google)
TREVIsimnãovazia
ZAHIsimnãovazia
KAÁsimnãovazia
AMPIOsimnãovazia
PINAHsimnãoé a do ROC
BIOOS Bariguisimnãovazia
a descrição que o Google mostra da PINAH PINAH <meta description>: "…o ROC Batel traz o conceito de residências abertas…" // é o texto do ROC, outro prédio a descrição própria de 6 páginas de empreendimento TREVI · ZAHI · KAÁ · JOÁ · VAZ · BIOOS · AMPIO · BIOOS Barigui · ALMÁA: content="" (9 páginas) · PINAH: o texto do ROC // vazia, o Google inventa o texto preço, em todas as páginas "R$" · "sob consulta" · "valor": 0 ocorrências // nenhuma mostra preço
ao compartilhar o link da PINAH (WhatsApp, Google)
imagem genérica (selo seo.png 200×200)
construtoralaguna.com.br › … › pinah
PINAH
Localizado na esquina da Francisco Rocha e Visconde de Guarapuava, o ROC Batel traz o conceito de residências abertas, com inspiração no estilo de vida nova-iorquino.
  • 1A PINAH está com a descrição do ROCO texto que o Google e o WhatsApp mostram da PINAH descreve o ROC Batel ("o ROC Batel traz o conceito de residências abertas, inspiração nova-iorquina"). A página também puxa imagens da pasta do ROC.Na prática, pra vocês: quem pesquisa ou compartilha a PINAH vê a propaganda de outro prédio. O cliente clica achando uma coisa e encontra outra, e isso depõe contra a marca toda, não só contra a página.
o TREVI ao compartilhar
imagem genérica
construtoralaguna.com.br › … › trevi
TREVI
(sem descrição: o Google escolhe sozinho um trecho qualquer da página)
  • 2Nove páginas de empreendimento não têm descrição própriaTREVI, ZAHI, KAÁ, JOÁ, VAZ, BIOOS, AMPIO, BIOOS Barigui e ALMÁA estão com a descrição vazia, e a PINAH com a descrição do ROC. É a frase de apresentação que aparece no Google e no compartilhamento.Na prática, pra vocês: sem essa frase, o Google escreve sozinho um pedaço qualquer da página. A Laguna perde o controle de como cada produto se apresenta na busca, justo nas páginas que vendem.
a seção "Projeto" do TREVI
números do projeto do TREVI, sem preço
  • 3Nenhuma página mostra preço, e nenhuma tem link por unidadeNão existe preço, "a partir de" nem "sob consulta" em página nenhuma, e não há um endereço próprio por apartamento. O que de fato converte não está no site.
a única captura da página
Visite o empreendimento
Preencha seus dados para entrarmos em contato.
ENVIAR
  • 4A página informa muito bem, e ainda tem espaço pra ser feita pra venderO único CTA é o "Visite o empreendimento", que abre um formulário de contato genérico; não há chat que qualifique o interessado nem como demonstrar interesse numa unidade específica, e fora dele só há um botão de WhatsApp passivo na barra.Na prática, pra vocês: a página apresenta o prédio e para por aí. Quem chega no auge do interesse não tem pra onde ir, e o lead que custou caro pra atrair evapora sem ninguém puxar a conversa. Uma página de produto de alto padrão tem que capturar e conduzir, não só informar.

Verificado página por página, junho de 2026. Vídeo: todas as páginas embarcam um do YouTube.

F Imóveis comerciais

construtoralaguna.com.br/imoveis-comerciais
a vitrine de imóveis comerciais
os 3 produtos da vitrine comercial BIOOS · MAI Work · Iguaçu 2820
2 dos 3 com selo "100% comercializado" // só o BIOOS está à venda o botão dos 3 cards "saba mais" // typo; no residencial é "saiba mais" (16x certo) a descrição do MAI Work (um prédio comercial, de salas, no Barigui) "…o Mai Work traz o conceito de residências abertas, inspiração nova-iorquina" // é texto de apartamento residencial
ao compartilhar o MAI Work (prédio de escritórios)
imagem genérica
construtoralaguna.com.br › … › mai-work
MAI Work
Localizado na esquina da Francisco Rocha e Visconde de Guarapuava, o Mai Work traz o conceito de residências abertas, com inspiração no estilo de vida nova-iorquino.
Um prédio de escritórios apresentado hoje com o texto de um apartamento. Endereço do Batel, "residências abertas", inspiração nova-iorquina, num prédio comercial de salas no Barigui.
  • 1A vitrine comercial está quase toda vendida, e não avisaSão 3 produtos e 2 já são "100% comercializado" (MAI Work e Iguaçu 2820). Só o BIOOS comercial está à venda, mas os três aparecem juntos, sem separação nem destaque pro que ainda dá pra comprar.Na prática, pra vocês: quem procura sala comercial chega numa vitrine onde a maioria já era. O único produto à venda se perde no meio dos vendidos.
  • 2O MAI Work é vendido como apartamento, mas é um prédio de escritóriosA descrição da página (a que vai pro Google e pro WhatsApp) fala em "residências abertas", inspiração nova-iorquina e um endereço do Batel (Francisco Rocha). Só que o MAI Work é comercial, de salas, no Barigui. É o texto do template residencial colado num produto que não é residencial.Na prática, pra vocês: quem busca uma sala comercial encontra a propaganda de um apartamento, no bairro errado. A página não vende o que o produto é, e ainda confunde o comprador certo.
  • 3"Saba mais" escrito errado nos três cardsO botão dos três produtos comerciais diz "saba mais". No catálogo residencial, o mesmo botão está certo, "saiba mais", nas 16 ocorrências. O erro ficou só do lado comercial.Na prática, pra vocês: um erro de digitação no botão principal de um produto de alto padrão. Pequeno, mas é o tipo de descuido que o comprador exigente registra.

G Fale Conosco e os formulários

construtoralaguna.com.br/trabalhe-conosco
o formulário Trabalhe Conosco
caixa de aceite (consentimento LGPD) por formulário Contato: tem
Compramos seu Terreno: não tem // pede a matrícula do imóvel
Seja um Fornecedor: não tem
Trabalhe Conosco: não tem // pede currículo e pretensão salarial o anexo de currículo (Trabalhe Conosco) a regra do campo "file" está duplicada // a 2ª anula a obrigatoriedade da 1ª
  • 1Três formulários coletam dado sensível sem pedir consentimentoCompramos seu Terreno (que pede a matrícula do imóvel), Seja um Fornecedor e Trabalhe Conosco (currículo e pretensão salarial) não têm nenhuma caixa de aceite, só um texto passivo de privacidade. Só a página de Contato tem o opt-in de verdade.Na prática, pra vocês: é coletar dado pessoal e sensível sem registro de consentimento, uma exposição de LGPD a resolver. E não é teórico: em 2020, a Justiça de São Paulo aplicou a LGPD pela primeira vez e condenou a construtora Cyrela por compartilhar os dados de um comprador sem consentimento (a decisão foi revertida em 2ª instância em 2021, mas o caso correu na Justiça). Num grupo do porte da Laguna, é risco jurídico e de imagem, e se resolve com uma caixa de seleção.
  • 2O formulário de currículo aceita envio sem o currículoNa página Trabalhe Conosco, a regra que valida o anexo está escrita duas vezes, e a segunda anula a obrigatoriedade da primeira. Dá pra enviar a candidatura sem anexar o currículo, e o campo nem tem o asterisco de obrigatório.Na prática, pra vocês: chegam candidaturas sem currículo, e o RH perde tempo com cadastro vazio. É pequeno, mas mostra que os formulários não foram testados.

H A estrutura: como o site é construído por baixo

Quem responde por esta frente hoje: Rede Magic (site e plataforma).

construtoralaguna.com.br
a home do site da Laguna, inteira
resposta do servidor de construtoralaguna.com.br (o site) server: nginx
x-powered-by: PHP/7.4.33 // fora de suporte desde 2022
set-cookie: laravel_session=… // é um sistema Laravel resposta do servidor de blog.construtoralaguna.com.br (o blog) server: nginx
x-powered-by: PHP/8.3.31 // outra versão
link: …/wp-json/ · tema laguna-2020 // é WordPress, outro sistema
  • 1O site roda em PHP 7.4, fora de suporte desde 2022A resposta do próprio servidor entrega "PHP/7.4.33", uma versão sem correção de segurança há mais de 3 anos, num site que recebe dado de comprador.Na prática, pra vocês: o PHP é o motor que faz o site funcionar. "Fora de suporte" quer dizer que o fabricante parou de tampar as falhas de segurança dele. É como o sistema de segurança de um prédio que o fornecedor abandonou: brecha nova que aparece, ninguém conserta. E o site guarda nome, telefone e e-mail de quem se interessa. Se vazar, é a marca exposta e um problema de LGPD, cuja multa pode chegar a R$50 milhões por infração.
  • 2São dois sites e dois sistemas separadosO site é Laravel (PHP 7.4); o blog é WordPress (PHP 8.3), em outro endereço. Dobro de manutenção, dobro de risco de segurança, e nada conversa entre si.Na prática, pra vocês: é manter duas casas em vez de uma. Paga-se manutenção dobrada, há duas portas de risco no lugar de uma, e o que acontece de um lado não aparece no outro. É justamente a falta de integração que vocês querem resolver, começando pela própria casa.
  • 3O site é feito na mão, página por página, sem um cadastro centralNão existe uma base única alimentando o site: cada página de empreendimento é montada e editada à mão, uma por uma. É a raiz dos erros que vocês viram (a descrição de um prédio na página de outro, as nove descrições vazias, o conteúdo trocado entre páginas). Quando tudo é manual, o erro se multiplica e nada conversa entre si.Na prática, pra vocês: é por isso que remendar não resolve, o problema não é a tinta, é a estrutura. E é também por isso que hoje não dá pra ter CRM, e-mail e dados de cliente integrados: não existe uma base única por trás. Um backend próprio faz cada empreendimento se montar sozinho, certo e igual, e abre a porta pra unir comunicação, vendas e relacionamento num lugar só, que é o destino desta proposta.
A tese, o fio de tudo que vem a seguir

Cada imóvel da Laguna é uma obra. Cada página deveria ser também.

A Laguna não vende metro quadrado, vende imóvel-arte: cada empreendimento é único, autoral, irrepetível. No digital, porém, todos usam a mesma página-template, com o mesmo defeito se repetindo de um pro outro, o tour de um prédio aparecendo no outro, a descrição de um indo parar na página de outro, o mesmo cartão genérico pra todos. O que torna a Laguna cara desaparece justo na hora de mostrar.

A virada é fácil de dizer e difícil de copiar: cada página tratada como a própria obra. Página-arte para imóvel-arte. É assim que a Laguna sai da guerra de preço, porque ninguém compara o que é único. É essa a régua com que olhamos cada aba do site a seguir.

I Os domínios: a experiência sai do site da Laguna a toda hora

para onde o cliente vai nos momentos de maior interesse área do cliente (botão Portal): laguna.multidadosti.com.br // sistema da Multidados (ERP Mega), fora do site
link da bio (Instagram): linktr.ee/construtoralaguna // página da Linktree, não da Laguna
  • 1A experiência sai do domínio da Laguna a toda hora, pra sites de terceirosFunções centrais não rodam no construtoralaguna.com.br. A área do cliente (o botão "Portal do Cliente") abre o laguna.multidadosti.com.br, um sistema de terceiro. O link da bio no Instagram leva ao linktr.ee. Cada um com domínio e visual próprios. (Ferramentas de apoio padrão de mercado, como o canal de ética e o plugin de acessibilidade, ficam de fora dessa conta.)Na prática, pra vocês: o comprador de alto padrão sente quando "sai" da marca. A cada clique importante (entrar no tour, acessar a área do cliente, abrir o link da bio) ele aterrissa num site de outra empresa, com outra cara. A experiência da Laguna fica picotada entre fornecedores, e a marca não controla o que ele vê.

J Detalhes que destoam de um produto de luxo

o que o Google e o WhatsApp mostram ao compartilhar o site <title>Construtora Laguna</title> // certo
<meta property="og:site_name" content="Construtura Laguna"> // errado, sem o "o"
  • 1O nome da marca aparece errado ao compartilhar o siteQuando alguém compartilha o site no WhatsApp ou ele aparece no Google, sai "Construtura Laguna", sem o "o" (o título está certo, o erro está na tag de compartilhamento). É o tipo de descuido que um comprador de alto padrão percebe, e que viaja em cada compartilhamento.
Conectado ao site, mas fora da fundação

+ Google e IA: ser achado por quem ainda não conhece a Laguna

Quem responde por esta frente hoje: Rede Magic (site e plataforma).

SEO e LEO não fazem parte da fundação do site, mas vivem colados nela: são o que decide se um comprador novo encontra a Laguna, ou o concorrente. Depois de ver o site por dentro, é hora de ver se ele é encontrado. Existem dois tipos de busca, que valem coisas muito diferentes:

Busca de marca · fácil, vale pouco

"Laguna ZAHI"

Alguém que já conhece vocês e digita o nome. Vocês iam aparecer de qualquer jeito. E mesmo aqui, os brokers passam na frente.

Busca sem marca · difícil, vale ouro

"apartamento alto padrão Batel"

O comprador novo, que ainda não conhece a Laguna. É aqui que está o dinheiro. E é exatamente aqui que a Laguna some.

  • 1O básico de SEO não está feitoO título da home é só "Construtora Laguna", sem nenhuma palavra-chave de quem procura apartamento, e a página não tem um H1, o título principal que o Google lê pra entender do que ela trata. São ajustes triviais que não foram feitos.Na prática, pra vocês: quando alguém pesquisa no Google "apartamento de alto padrão no Batel", o Google lê o título e o cabeçalho da página pra decidir se mostra a Laguna. Hoje o título só diz o nome da empresa (acha quem já conhece) e falta o cabeçalho principal. É como uma loja de rua sem placa: quem sabe o nome chega, quem está procurando passa reto. E é ajuste de minutos, não de obra.
  • 2O mapa do site (sitemap) está desatualizado, e o Google não conhece os lançamentosO sitemap, o arquivo que avisa o Google quais páginas existem, lista empreendimentos antigos (LLUM, ROC, MAI, EOS) e não inclui os lançamentos atuais (BIOOS, TREVI, ZAHI, JOÁ, KAÁ, VAZ), nem as páginas Performance e Certificação WELL.Na prática, pra vocês: é como entregar ao Google a lista de produtos sem os lançamentos. Justo os prédios novos, que precisam vender agora, ficam mais difíceis de aparecer na busca. Atualizar o sitemap recoloca os lançamentos no radar do Google.
A prova: as buscas reais, no Google de Curitiba (junho de 2026)
construtora alto padrão Curitiba
busca construtora alto padrão Curitiba
O mapa e os resultados são de outras construtoras e empresas de reforma. A Laguna não aparece no topo.
apartamento alto padrão Batel
busca apartamento alto padrão Batel
Quem aparece é portal e imobiliária (Imovelweb, Chaves na Mão). E são eles que mostram o preço, não a Laguna.
comprar apartamento Batel · anúncios pagos
anúncios pagos de concorrentes
GT Building, Uma Batel e outras pagam anúncio no topo. A Laguna não está em nenhum anúncio.
Zahi batel · o nome do PRÓPRIO empreendimento
anúncios sobre o nome ZAHI
Os anúncios no topo são imobiliárias e concorrentes (imovelseleto, Adriática, Sillos, ATR) comprando o nome ZAHI. A Laguna não defende nem o próprio produto. E o preço, R$ 5,08 mi, quem mostra é o MySide.

Duas coisas, com a tela na mão. No orgânico, a Laguna ainda não aparece, e quem aparece é portal, imobiliária e concorrente. Na mídia paga, concorrentes compram anúncio até no nome dos seus empreendimentos, e a Laguna não está em nenhum. Vocês geram a procura, e hoje quem colhe esse tráfego é o intermediário. É um valor que dá pra trazer de volta pra casa.

E o tal do LEO, ser achado pela inteligência artificial

A IA te cita ao lado da AG7, e o que te diferencia não aparece.

Aqui a verdade é mais sutil. Perguntando "as melhores construtoras de alto padrão em Curitiba", a resposta da IA do Google cita a Laguna em primeiro. Isso é bom. O problema é como:

Visão geral da IA do Google

A IA descreve a Laguna de forma genérica ("sustentabilidade e bem-estar") e cita a AG7 como a do "wellness building". As duas aparecem no mesmo território, e cada uma tem lastro real: a AG7 é reconhecida como pioneira em wellness building, e a Laguna tem o edifício mais sustentável do mundo e o primeiro residencial WELL da América Latina. A diferença é que o lastro da AG7 aparece pra IA, e o de vocês não. O problema do LEO não é estar ausente, nem ter menos. É que o que vocês têm de mais forte não está sendo visto.

As propriedades conectadas ao site

Fechado o site, três frentes ligadas a ele pedem cada uma a sua própria reflexão: o Portal do Cliente, o Blog e a Revista.

K O Portal do Cliente

no topo do site
Portal do Cliente no menu do site
e no rodapé
Portal do Cliente no rodapé do site
o site anuncia o Portal do Cliente no topo e no rodapé, em todas as páginas menu + rodapé: "Portal do Cliente" o que acontece ao clicar (login) /login → laguna.multidadosti.com.br/login.php // sistema de terceiro, fora do site da Laguna que plataforma é essa Multidados (Multi CRM) sobre o ERP Mega // CRM de incorporadora de terceiro, licença paga à parte
  • 1O site promete um Portal do Cliente em destaque, e essa porta não chega a quem compraO Portal do Cliente aparece no topo do menu e no rodapé, em todas as páginas, posicionado como a porta principal do relacionamento. Mas, como mostramos no departamento de Atendimento e Pós-venda, na unidade 81 do VAZ o comprador nunca recebeu esse acesso.Na prática, pra vocês: o site faz uma promessa forte de relacionamento que o pós-venda não cumpre. A porta existe na fachada e não abre pra quem já comprou, o pior lugar pra falhar.
  • 2A área logada é um sistema de terceiro, fora do siteO botão de login não abre uma área dentro do site: leva pra laguna.multidadosti.com.br/login.php, um sistema de terceiro (Multidados, sobre o ERP Mega). Não há login único nem continuidade visual entre o site e a área do cliente.Na prática, pra vocês: a Multidados é uma plataforma de CRM de incorporadora (sobre o ERP Mega), licenciada e paga à parte. O relacionamento com quem compra vive fora do site e fora da marca, num sistema que não conversa com o marketing nem com o conteúdo, e quem entra cai numa tela de outra empresa. Unir isso num backend próprio é o que junta site, CRM e comunicação num lugar só, e elimina esse custo recorrente.

L O Blog

blog.construtoralaguna.com.br
o blog da Laguna, inteiro
o blog em números 256 páginas de posts (~1.200) · sistema WordPress (tema laguna-2020) // separado do site, que é Laravel, e do CRM a captação de e-mail dentro do blog widget de newsletter comentado (morto)
o que aparece é só "clique aqui e assine" → joga pra Revista (manual)
a enquete usa action="#" // não capta nada o link "Visite o nosso site" href="http://…" // sem https, o navegador marca "não seguro"
  • 1Mais de 1.200 posts, num sistema à parte do siteO blog tem 256 páginas de posts e roda em WordPress (tema laguna-2020), separado do site principal e sem ligação com o CRM. Anos de produção de conteúdo que não conversam com a venda.Na prática, pra vocês: paga-se produção de conteúdo há anos e ele vive numa ilha. Quem lê o blog não é reconhecido no site, e o site não sabe o que essa pessoa leu. Conteúdo sem ponte com a venda.
  • 2Todo esse conteúdo não captura um único contatoO blog não tem captação de e-mail própria: o widget de newsletter está comentado no código (morto), e o que aparece é só um link "clique aqui e assine" que manda pra Revista, que é respondida na mão. Há até uma enquete com action="#", que não envia pra lugar nenhum.Na prática, pra vocês: o blog atrai gente interessada em arquitetura, luxo e sustentabilidade, exatamente o público da Laguna, e deixa todo mundo ir embora sem capturar nada. É lead de alto padrão que hoje passa pelo blog e vai embora sem ser capturado.
  • 3O melhor argumento da Laguna está preso aqui dentroA história premiada (o edifício mais sustentável do mundo, o WELL) está bem contada no blog, mas só no blog: não abre o site, não está nas páginas que vendem e não virou pauta na imprensa nacional.Na prática, pra vocês: vocês já produziram o conteúdo que valeria capa de veículo nacional, e ele está num blog que quase ninguém acha. Falta levar isso pro site, pra venda e pra imprensa.

M A Revista Laguna: um ativo raro, parado

A Revista não é pouca coisa: foram 28 edições, de novembro de 2016 a julho de 2024, quase 8 anos de um veículo próprio de marca. Mas ela foi interrompida há quase 2 anos, enquanto o blog seguiu ativo (com posts até junho de 2026). Ou seja, foi uma decisão parar a revista, e não o blog. É um ativo raro, hoje parado, e o que fazer com ele entra na reflexão desta frente.

28
edições publicadas
2016 a 2024
quase 8 anos de revista
~2 anos
parada (a última edição é de jul/2024; o blog seguiu)
O caminho completo: do cadastro no site até a resposta
construtoralaguna.com.br/revista-laguna/cadastro
formulário de cadastro da Revista no site
1 · Checkpoint. Você preenche o formulário no site. Ele pede nome, e-mail, telefone E celular, só pra receber uma revista.
email recebido · de marketing@grupolaguna.com.br
resposta manual ao cadastro da Revista
2 · Endpoint. Dias depois, uma pessoa responde na mão, anexando a última edição (de jul/2024). Nenhum mailing automático no meio do caminho.
  • 1O site ainda coleta cadastro pra uma revista que parouO formulário da Revista continua no ar, pedindo nome, e-mail, telefone e celular. Me cadastrei e recebi, dias depois, a resposta manual de uma assistente de marketing, com a última edição (jul/2024) anexada. O assunto, "RE: [Contato online]", mostra que é tratado como contato avulso, respondido à mão.Na prática, pra vocês: o site segue captando interessados numa revista que não é mais produzida, e cada um é respondido na mão com uma edição de dois anos atrás. É uma ponta solta: ou se decide retomar a revista (em algum formato), ou o cadastro deixa de prometer o que não existe mais.
  • 2A revista vai como anexo, sem link e sem métricaA edição é enviada anexada ao email. Sem um link, ninguém sabe quem abriu, quem leu ou quem clicou. E anexo pesado cai em spam com mais facilidade.Na prática, pra vocês: a Revista é um ativo de marca caro de produzir e hoje some num anexo, sem nenhuma medição. Não dá pra saber se está sendo lida, nem usar a leitura pra transformar interessado em comprador.
  • 3Parar a revista foi uma decisão, e o ativo está em pausaA última edição é a #28, de julho de 2024. Como o blog seguiu publicando (até junho de 2026), interromper a revista foi uma escolha, não um esquecimento. São quase 8 anos e 28 edições de um veículo próprio, hoje parado.Na prática, pra vocês: vocês têm um ativo de marca raro, construído por 8 anos, e ele está em pausa. A pergunta da próxima fase não é "voltar a publicar PDF", é decidir o melhor formato pra esse acervo voltar a trabalhar pela marca.
o que o formulário da Revista faz quando alguém se cadastra <form id="form-magazine" action="/revista-laguna/cadastro"> // dispara um aviso interno, não entra em nenhum mailing
assunto do email gerado: RE: [Contato online] Revista Laguna // tratado como contato avulso a newsletter do blog, no código formulário inteiro entre <!-- … --> comentado (não aparece) · destino action="#" // não envia pra lugar nenhum
  • 3Não existe sistema de email marketing funcionando, em canal nenhumA Revista é manual. E a newsletter do blog está desligada: o formulário inteiro está comentado no código e, mesmo se ligado, não envia pra lugar nenhum (action="#"). Os dois canais de relacionamento por email não funcionam de verdade.Na prática, pra vocês: a Laguna atrai interessado de alto padrão e não tem como voltar a falar com ele de forma automática e medida. É o lead esfriando, justo o ativo mais valioso pra quem vende imóvel de ciclo longo de decisão.
  • 4A resposta vem de outro domínio, e o cadastro pede dado demaisO email veio de grupolaguna.com.br, não de construtoralaguna, mais uma inconsistência de marca. E o cadastro de uma revista pede nome, e-mail, telefone e celular, dado demais pra quem só quer ler.Na prática, pra vocês: pedir telefone e celular pra receber uma revista espanta cadastro e ainda gera dado sensível guardado sem motivo. Quanto menos atrito, mais gente entra na base.
O perfil da Rede Magic, no fechamento do site

A Rede Magic responde pelo site e pela plataforma (o design é da D-Lab, à parte), e é uma boa agência no que faz. Pelas próprias palavras, é especialista em marketing promocional, live marketing, trade e performance. A carteira de clientes mostra o perfil:

ColgateBombrilScotch-BritePancoSicoobPagBankItaúMastercardSantanderFiat

É varejo, grande consumo e banco, com a régua de promoção e sorteio ("1001 Prêmios pra Você" da Bombril, "Seu Sorriso Vale Prêmios" da Colgate). E eles fazem isso bem. Só que é um perfil diferente do que uma incorporadora de alto padrão pede: imóvel-arte de milhões não se vende com a mesma régua de sabão em pó ou de campanha de banco. Some-se a isso que o que se contrata da agência é "full service" e comunicação integrada, e a entrega no site (PHP fora de suporte, conteúdo trocado entre prédios, SEO parado há anos, formulários sem LGPD) não condiz com esse pacote. Não é demérito da Rede Magic, é incompatibilidade de perfil entre o que foi contratado e o que o alto padrão exige.

E não é um caso isolado: o site da Teich, outra construtora do grupo, também é da Rede Magic e roda no mesmo PHP 7.4.33 fora de suporte. É o mesmo padrão repetido no grupo inteiro, o que mostra que a questão não é um site velho, é a forma de entregar.

O perfil da D-Lab, o design

A D-Lab faz o naming, a identidade dos empreendimentos e os materiais de venda (a apresentação do VAZ Batel, o ALMÁA, entre outros), além das demandas de design da equipe, e também recebe fee. É um bom estúdio: tem na carteira o Museu Oscar Niemeyer, O Boticário e até a Cyrela.

O conceito de nome é a parte forte: VAZ, do húngaro "emoldurar", uma ideia real e bem amarrada. E a D-Lab sabe fazer material de altíssimo nível: o ALMÁA, que eles mesmos assinaram, é objeto de arte, da vela com o logo gravado ao conceito do oásis de Umm-al-Maa. O problema não é a D-Lab. É que o material do VAZ ficou abaixo do que a própria D-Lab entrega: capa de mockup genérico, fotos de banco e copy motivacional ("se deu vontade, mude"). Para um imóvel-arte de milhões, o material que apresenta a obra deveria ser o melhor que se sabe fazer, como o ALMÁA, não o template. Nesse patamar, bom não basta, e a própria D-Lab prova que dá pra mais.

O nível que a D-Lab alcança (ALMÁA, deles)
ALMÁA: vela com logo gravado, objeto de arte ALMÁA: conceito do oásis de Umm-al-Maa
O material do VAZ (template)
capa do VAZ: mockup de branding genérico copy motivacional do VAZ
Mesmo estúdio, dois níveis. Clique para ampliar.
02

A Rede Social

Quem toca esta frente hoje: Rede Magic e a equipe interna de marketing.

Aqui não falta esforço. Analisamos 984 posts, um a um, dos últimos 3 anos (mai/2023 a jun/2026). A Laguna posta quase todo dia e faz mais de um evento por mês. O problema é o retorno e a integração: a audiência é grande mas passiva, e a força dos eventos hoje fica retida no feed.

instagram.com/construtoralaguna · o feed real
o feed real do Instagram da Laguna: doze posts recentes

· O que o feed mostra

Doze posts recentes, puxados direto do perfil. A produção custa caro, mas o feed é comercial e poluído: muito logo, muito selo, tom de anúncio. Os melhores renders são bonitos, só que afogados numa curadoria de varejo, e no meio do grid entra até um álbum de figurinhas da Copa.

Na prática, pra vocês: imóvel-arte de milhões pede uma comunicação que seja arte: refinada, artística, diferente. O feed de hoje é o contrário, carregado de logo e em régua de quem vende em escala, não de quem vende exclusividade. Um álbum da Copa não tem lugar nenhum numa comunicação de R$5 milhões pra cima. Se a Laguna quer esse patamar, a comunicação tem que ser toda desejo e construção de uma marca cultural e artística.
Onde estão os erros, no detalhe
54,9 mil
seguidores (seguindo 1.710)
3.144
posts no total · 984 analisados (~28/mês em 3 anos)
0,49%
engajamento médio
faixa de referência de mercado: 1 a 3%. A Laguna está abaixo do piso.

A Muito esforço, audiência passiva

AnoPostsCurtidas (mediana)Comentários/postEngajamento
2023189972,90,26%
20243091544,40,49%
20253411235,10,39%
2026 (parcial)1453198,40,68%
Engajamento por ano, contra a faixa saudável do Instagram
20230,26%
20240,49%
20250,39%
2026 (até jun)0,68%

A zona cinza é a faixa saudável de mercado (1 a 3%), a partir da linha tracejada. Em 3 anos postando quase todo dia, nenhum ano chegou ao piso.

um post real · 12 jun 2026
post real da Laguna, render do BIOOS no skyline de Curitiba
209
curtidas
0
comentários
54,9 mil
seguidores

Um post bem produzido, de junho de 2026, para uma base de 54,9 mil seguidores: 209 curtidas e nenhum comentário. É o retrato do problema. Audiência grande no número, conversa quase nula.

  • 13 anos postando quase todo dia, e o engajamento nunca passou de 1%Em 3 anos de produção diária, o engajamento ficou entre 0,26% e 0,68% (o saudável no Instagram é 1% a 3%), e os comentários por post foram de ~3 a ~8 (e, abrindo eles, cerca de metade é da própria equipe da Laguna), ou seja, quase nenhuma conversa real pra 54,9 mil seguidores. Seguindo 1.710 contas, há muito "seguir de volta".Na prática, pra vocês: a audiência é grande no número, mas hoje pouco engajada. Seguidor vale quando conversa, porque conversa gera alcance e visibilidade, e nem precisa ser comprador: estudante de arquitetura, entusiasta de design, todos somam se interagem. O problema é que quase ninguém interage, e parte da base é robô. Muito esforço de produção, com retorno abaixo do potencial.

Abrindo a lista de quem curtiu posts recentes, aparecem muitos perfis que não são o cliente da Laguna: contas sem nenhuma publicação, perfis que seguem milhares de pessoas, e até vendedores (um deles anuncia fone de ouvido por R$37). É um efeito comum no Instagram e não é culpa de ninguém. Clique para ampliar.

curtidas de um post da Laguna com perfis fake mais perfis fake nas curtidas, incluindo um vendedor de fone mais perfis fake nas curtidas da Laguna
Na prática, pra vocês: parte do número de seguidores e de curtidas é robô, não gente. Isso ajuda a explicar o tamanho grande com engajamento baixo, e reforça que o que vale medir é a conversa que cada post gera (porque conversa puxa alcance e visibilidade), não o total de seguidores.
perfis fake identificados na lista de curtidas (sinal clássico: seguem muito mais gente do que são seguidos) @eu_mdrqunh_oficial: 555 seguidores · 1.999 seguindo · 11 posts
@30_2717: 270 seguidores · 522 seguindo · 10 posts // @ é só número aleatório
@cartucioloma74 e outros com avatar de banco de imagem // padrão de conta de inflar engajamento
O número de 54,9 mil seguidores é, em boa parte, irreal

Três coisas, juntas, apontam pra isso:

  • O engajamento de 0,49% (abaixo do piso de 1 a 3%) significa que só cerca de 270 pessoas reagem a cada post numa base de 54,9 mil. A esmagadora maioria nunca interage.
  • As listas de curtidas estão cheias de bots e contas que nunca interagem (os de cima).
  • A Laguna roda muito anúncio (63 ativos, das que mais anunciam na cidade). Anúncio de alcance traz seguidor barato: muito robô e conta que segue e some, sem nunca conversar.

Boa parte desse número é robô e conta que nunca interage, inflada pela mídia paga. O que vale não é o tamanho do número, é a conversa que ele gera: conversa puxa alcance, visibilidade e, no fim, lead. Hoje a Laguna tem número grande e conversa quase nula, e é isso que precisa virar.

B O formato das entregas

Carrossel41%
Reel / vídeo38%
Imagem estática20%
reel · alcança 5 a 12 mil views
capa de um reel da Laguna
Reel: o formato que o Instagram mais entrega hoje
carrossel · ~100-200 curtidas
um post em carrossel da Laguna
Carrossel e imagem: 61% das entregas, alcance baixo
  • 160% das entregas estão em formato de baixo alcanceO que mais alcança no Instagram hoje é o reel (os reels da Laguna batem de 5 mil a 12 mil views; o carrossel rende ~100-200 curtidas). Mesmo assim, 41% das entregas são carrossel e 20% imagem estática, 60% em formato fraco.Na prática, pra vocês: metade do esforço de produção está num formato que quase ninguém vê. O que dá alcance, o vídeo, é minoria. É muito esforço de produção para um alcance menor do que poderia ter.

C O que é publicado

Empreendimento (produto)40%
Sustentabilidade15%
Institucional / marca14%
Evento / ação13%
Obra / andamento12%
post real · interior de empreendimento Laguna
interior de imóvel-arte Laguna publicado no Instagram

No Instagram, o imóvel-arte aparece assim: ambiente assinado, arte na parede, mobiliário de design. A promessa é de singularidade, e ela é cumprida na imagem. O problema vem depois: quem se encanta aqui e clica pra conhecer cai numa página de empreendimento igual à do vizinho (como mostramos no diagnóstico do site). O Instagram entrega arte; o site ainda repete o mesmo molde para todos.

  • 1A marca já diz "imóvel-arte" todo dia, e o site não entrega isso"Imóvel-arte" aparece em 34% dos posts (151 de 444 na amostra recente). A promessa de singularidade está cravada no Instagram. Mas, como vimos na análise do site, cada empreendimento abre numa página de fôrma, igual à do outro.Na prática, pra vocês: a rede social promete arte, e o produto digital entrega template. Quem vê o Instagram e depois chega ao site percebe a diferença de nível entre os dois. O discurso e a entrega precisam bater.

D A máquina de eventos (e o que acontece com ela)

Mais de 80 eventos reais em 3 anos, mais de um por mês. A Laguna investe pesado em acontecimento. Os principais, por ano:

2023Yoga no Heliponto (9ª edição) · evento na Galeria Laguna · MAI Terraces finalista (Top Projects) · concepção do BIOOS
2024PINAH finalista Saint-Gobain + 1º residencial WELL · talk com o artista Sergio Lucena · TopView+Laguna · Track&Field no heliponto · entregas (14º empreendimento, AMPIO)
2025CASACOR Paraná (anfitriã, espaço Bernardes) · noite Veuve Clicquot · lançamentos ZAHI, JOÁ, BIOOS Barigui · Graciosa Country Club (espaço JOÁ, Copa de Golfe, Festival de Raquetes) · Smart City Expo
2026tênis ITF em Caiobá · premiação Laguna + Diretor-Geral André Marin · reconhecimento WELL/IWBI · KAÁ (imersão) · oficina com a ESMO · entrega do BIOOS
  • 1A Laguna faz evento de sobra, mas hoje esse esforço se concentra no feed e não se desdobraLançamentos, CASACOR, Veuve Clicquot, golfe e tênis em country club, yoga no heliponto há 9 edições. É uma máquina de eventos cara e constante. Só que cada um vira um punhado de posts e some.Na prática, pra vocês: o evento acontece uma noite, rende uns posts e acaba. Não vira artigo, não vira pauta de imprensa, não vira edição de revista, não captura nem nutre o lead que esteve lá. O investimento do evento acontece uma vez e hoje o valor não se desdobra em outros canais.

E A integração: cada canal é uma ilha

Cruzamos o que a Laguna faz contra os quatro canais (Instagram, blog, Revista Laguna e imprensa), edição por edição da Revista (hoje parada) e busca no blog. O que se integra e o que fica preso:

O que a Laguna fazInstagramBlogRevistaImprensa
Empreendimentos (TREVI, LLUM, ROC...)simsimsimpubli
Sustentabilidade / WELL / LEEDsimsimsimpouca
"Imóvel-arte" (conceito)simsimsimnão
Lançamentos recentes (ZAHI, JOÁ)simsimnãopubli
CASACOR Paraná 2025simsim1 ed.não
Yoga no Heliponto (9 edições)simnãonãonão
Veuve, Dance, Track&Field, golfesimnãonãonão

A Revista está parada desde julho de 2024; os lançamentos de 2025 (ZAHI, JOÁ) nunca entraram nela.

  • 1A marca propaga; a máquina viva fica presa no InstagramA camada de marca (produto, sustentabilidade, imóvel-arte) até aparece nos quatro canais. Mas os eventos e ativações, o que mais custa, vivem só no Instagram: Yoga no Heliponto teve 9 edições e não existe no blog nem na imprensa. E a Revista, que era um desses canais, parou em julho de 2024: os lançamentos de 2025 (ZAHI, JOÁ) nunca entraram nela, não porque está atrasada, mas porque virou um canal morto.Na prática, pra vocês: os canais não conversam. Cada um recomeça do zero, e o esforço de um não alimenta o outro. Uma máquina integrada faz um único evento virar post, artigo, pauta, relacionamento e lead, de uma vez. É aí que o mesmo dinheiro rende muitas vezes.
  • 2O evento acontece, mas o convidado some depois, e não há régua de resultadoA Laguna faz mais de um evento por mês. A comunicação pós-evento é factual: vira post no dia seguinte e morre, como notícia de esporte, e tudo bem que seja assim. O problema é o que NÃO acontece depois: o convidado não é nutrido. Quem comparece não recebe as fotos automaticamente, nem por email, nem por WhatsApp. E fica a pergunta em aberto pra equipe: existe hoje uma régua que meça o resultado de cada evento, em lead ou em venda?Na prática, pra vocês: o evento é caro e termina nele mesmo. Falta a figura do conector, que pegaria cada convidado e transformaria a presença em relação contínua (foto, convite, conteúdo, acompanhamento). Hoje esse conector simplesmente não existe.

F O perfil e o Linktree

linktr.ee/construtoralaguna
Linktree abarrotado, 28 links sem foco
  • 1A bio é genérica e a categoria está em inglês"Desde 1996 tornando as cidades mais belas e melhores para viver" serve pra qualquer construtora, e a categoria do perfil é "Construction Company", em inglês, num perfil que vende pra Curitiba.
  • 2O único link clicável leva a um Linktree abarrotadoNo Instagram, o link da bio é a única porta de saída pra venda. Em vez de levar pra a página do empreendimento ou pro atendimento, ele cai numa lista lotada de links e o lead se perde.Na prática, pra vocês: todo o esforço de 3 anos de conteúdo desemboca num link que dispersa. O lead que custou caro pra atrair vaza exatamente no último passo.
  • 3Tudo desemboca no mesmo Linktree, no mesmo nívelO Linktree tem 28 links com o mesmo peso: os 7 empreendimentos, 2 tours, site, blog, revista, WhatsApp, uma campanha, 4 vídeos no YouTube e até 3 matérias nacionais (Veja, O Globo, InfoMoney). Coisas de valores muito diferentes, lado a lado, sem hierarquia.Na prática, pra vocês: quem clica no link da bio não sabe pra onde ir, e o que é ouro (as matérias nacionais, o empreendimento certo) fica perdido no meio. Um destino organizado, que leve direto ao que importa, aproveita esse mesmo tráfego muito melhor.
  • 4O perfil não é verificado, nem no Instagram nem no WhatsAppUma incorporadora de alto padrão, com 54,9 mil seguidores e empreendimentos de milhões, ainda aparece sem o selo de conta verificada no Instagram e sem o selo de conta oficial no WhatsApp. Qualquer perfil pode se chamar "Construtora Laguna".Na prática, pra vocês: o selo é um atalho de confiança. Sem ele, o cliente não tem como saber, num olhar, que está falando com a empresa de verdade, e fica mais exposto a perfis falsos que se passam pela marca.

G As outras redes pra onde o site também manda

Além do Instagram, o site e o Linktree mandam pra LinkedIn, YouTube, Facebook e Pinterest. Elas crescem em direções opostas, e a maior audiência é justo a menos trabalhada:

RedeAudiênciaEstado hoje
LinkedIn69,9 mila maior audiência (mais que o IG), mas é reflexo do IG (vídeo + poucas notícias)
Instagram54,9 milativo, mas engajamento de 0,49% (já analisado acima)
YouTube2,44 milativo e com vídeo bom, mas alcance mínimo em 14 anos de canal
Pinterest33942 pins, praticamente abandonado
Facebook64 milrepublica o que sai no Instagram, sem trabalho próprio de canal (espelho do IG)
linkedin.com/company/construtora-laguna
LinkedIn da Laguna: 70 mil seguidores, capa igual à do site e do Instagram
LinkedIn: 70 mil seguidores, a maior audiência da marca, com a mesma capa do site e do Instagram. Reflexo do mesmo conteúdo, não um canal com voz própria.
youtube.com/user/construtoralagunacwb
canal de YouTube da Laguna: 197 vídeos, 2,44 mil inscritos
YouTube: 197 vídeos publicados, e só 2,44 mil inscritos. Produz muito, alcança pouco.
br.pinterest.com/construtoralaguna
Pinterest da Laguna: 339 seguidores, boards por empreendimento
Pinterest: 339 seguidores, boards por prédio, praticamente parado.
  • 1A maior audiência da Laguna está no LinkedIn, não no InstagramSão cinco redes linkadas do site. O LinkedIn tem 69,9 mil seguidores, mais que o próprio Instagram (54,9 mil), onde a Laguna concentra o esforço e onde esta análise se debruçou. O YouTube tem 197 vídeos e só 2,44 mil inscritos em 14 anos de canal. O Pinterest tem 339 seguidores e 42 pins, parado. O Facebook só replica o que sai no Instagram, e o LinkedIn, mesmo sendo o maior, também é um reflexo do Instagram (com mais foco em vídeo e as poucas notícias que saem), não um canal trabalhado por conta própria.Na prática, pra vocês: ter cinco redes não é o mesmo que trabalhar cinco redes com estratégia. O esforço se concentra no Instagram, e o LinkedIn (o maior canal) apenas o repete, sem voz própria. Cada rede pede um papel definido, e a maior audiência de vocês hoje não tem um.
Pontos positivos:

A qualidade visual das peças é boa e a produção é caprichada. Tem matéria-prima. O que falta é refinamento, foco, conteúdo com diferencial e medição (e uma audiência de verdade, não inflada). De novo, é elevar o que existe, não recomeçar.

03

Imprensa

Quem toca esta frente hoje: a assessoria Talk e a equipe interna.

A Laguna tem a melhor história de sustentabilidade do mercado e até entra na imprensa nacional de forma editorial: a Veja e o O Globo citaram o BIOOS. Mas isso é episódico e como coadjuvante. A Laguna aparece como um exemplo dentro de uma pauta de tendência (moradia para idosos), concentrada num único momento de lançamento, e não como uma presença recorrente. A maior parte do que existe é publi paga e conteúdo próprio, e tudo fica jogado num Linktree em vez de virar um motor.

Onde estão os erros, no detalhe

A A melhor história do mercado, ainda subaproveitada

archdaily.com · editorial internacional
o prédio na ArchDaily, creditado ao arquiteto
Na ArchDaily, no nome do arquiteto. "Laguna Gallery / Estúdio 41". A Construtora Laguna não é citada, e o recorde de sustentabilidade não aparece. O melhor espaço, e a marca de fora.
gazetadopovo.com.br · a Laguna
matéria da Laguna marcada como Conteúdo de Marca
Na Gazeta, "Conteúdo de Marca". O recorde mundial aparece como publi paga: comprada, não conquistada.
exame.com · o concorrente
Exame, editorial, sobre o concorrente AG7
Na Exame, editorial, mas do concorrente. A AG7, "o apartamento mais caro de Curitiba". Pauta de graça, com o selo do jornalismo.
a história que a Laguna tem (e subaproveita) edifício mais sustentável do mundo (USGBC, 103 pts LEED, acima de One WTC e da Apple) · 1º residencial WELL da América Latina · Empresa B · LEED Zero // a lista completa das aparições está logo abaixo o problema não é ausência, é uso As aparições existem, mas são pontuais, quase sempre como coadjuvante, e ficam soltas num Linktree lotado, sem sala de imprensa nem amplificação. E quase tudo aconteceu na mesma janela, a onda do BIOOS em 2025, sem virar cadência. O concorrente AG7 vira matéria inteira na Exame e ainda transforma a própria imprensa em conteúdo de feed.
As matérias que a Laguna já conquistou, uma a uma
Veja · "Negócios prateados: a tendência da moradia sob medida para a população idosa" nacional · editorial · cita o BIOOS O Globo · "Senior living: conheça os condomínios para idosos que oferecem serviços de saúde e atividades especializadas" nacional · editorial · mostra o BIOOS InfoMoney · "Condomínios exclusivos para 60+ fazem sucesso no Brasil" nacional · editorial
Revista Téchne · "Entrevista com o Diretor-Geral da Laguna, André Marin" revista técnica do setor · entrevista
imobiReport · "A estratégia de uma construtora que elevou o nível do seu mercado" portal do mercado imobiliário
Bem Paraná · "Laguna recebe a primeira certificação WELL da América Latina" regional (PR)
ArchDaily · "Galeria Laguna / Estúdio 41" arquitetura (internacional) · creditada ao arquiteto, sem a marca
Gazeta do Povo · "O recorde de sustentabilidade da Laguna" conteúdo de marca (publi paga)

Reputação real, conquistada, inclusive em veículo nacional. Hoje tudo isto está jogado no meio do Linktree, sem sala de imprensa e sem virar conteúdo. É marca que já existe e não está rendendo.

110 menções da Laguna mapeadas na web, por tipo de veículo
Próprio (site e blog)43 · 39%
Nicho, trade e institucional22 · 20%
Corretor e portal (anúncio)20 · 18%
Colunismo e clube local16 · 15%
Publi paga (Gazeta)6 · 5%
Editorial conquistado de peso3 · 3%
Só 3% é editorial conquistado de peso. A Laguna até aparece em veículo nacional (Veja e O Globo mostraram o BIOOS), mas como exemplo numa pauta de tendência, não como protagonista. O concorrente AG7 virou matéria editorial inteira na Exame, só sobre ele.
  • 1A melhor história, mais comprada e própria do que conquistadaO edifício mais sustentável do mundo e o 1º residencial WELL da América Latina são pauta nacional e internacional. Mas a presença da Laguna na imprensa é, na maior parte, conteúdo de marca pago (Gazeta do Povo), o próprio blog e veículos de nicho.Na prática, pra vocês: pagar publi custa caro e vale menos que uma matéria editorial. Vocês têm o que o jornalista quer, e estão comprando o espaço em vez de serem procurados.
  • 2A Laguna aparece como exemplo dos outros. O concorrente vira protagonista.A Laguna até aparece em veículo nacional: Veja e O Globo mostraram o BIOOS. Mas são menções de passagem em pautas de tendência sobre moradia para idosos. O concorrente AG7, no mesmo período, ganhou matéria editorial inteira na Exame, só sobre ele. Ter a melhor história e aparecer só como exemplo na pauta dos outros é desperdício.Na prática, pra vocês: não falta porta aberta, a Laguna já entra em veículo grande. Falta quem transforme isso em pauta própria, recorrente e protagonista, em vez de uma aparição solta de vez em quando.
  • 3No melhor espaço que conquistou, a marca ficou de foraA Galeria Laguna está na ArchDaily, a maior vitrine de arquitetura do mundo. Mas creditada ao escritório de arquitetura (Estúdio 41), sem citar a Construtora Laguna e sem mencionar o recorde de sustentabilidade. O ativo apareceu; a marca e o diferencial, não.Na prática, pra vocês: vocês têm um prédio digno de imprensa internacional, e quando ele aparece lá, quem leva o crédito é o arquiteto. Falta quem garanta que cada aparição carregue a marca Laguna e a história que só vocês têm.
  • 4O site não tem nem uma sala de imprensaNo site inteiro, "imprensa" e "mídia" aparecem uma vez cada. Não há sala de imprensa, kit de mídia nem releases. As matérias que a Laguna já conquistou (Veja, ArchDaily, Téchne, imobiReport) ficam jogadas no meio de um Linktree com mais de 16 links, não num lugar próprio. Quem é jornalista e quer falar da Laguna não encontra por onde.Na prática, pra vocês: facilitar a vida do jornalista é metade do trabalho de assessoria. Hoje, mesmo quem quisesse pautar a Laguna teria que garimpar.
  • 5A máquina de eventos roda, mas quase não vira notíciaMapeamos 19 das principais ações dos últimos 3 anos (CASACOR, Veuve Clicquot, lançamentos, golfe, tênis ITF, Smart City Expo, talks, entregas) e buscamos cobertura editorial de terceiros, uma a uma. Só 6 tiveram alguma menção, e a maioria é coluna social ou lifestyle (Where Curitiba, Flash). Reportagem de arquitetura de verdade, mesmo, só duas: CASACOR na Revista ÁREA e o KAÁ na Revista Haus. As outras 13 ficaram só nos canais da própria Laguna, em conteúdo pago ou release. No tênis ITF de Caiobá e no Smart City Expo, a Laguna nem aparece entre os citados.Na prática, pra vocês: vocês pagam evento (de R$30 a 150 mil cada) e assessoria, o evento acontece e morre no Instagram. A história não chega na imprensa. É muito investimento em evento e em assessoria para tão pouca imprensa de verdade.
  • 6Uma marca de 30 anos com recorde mundial, e sem verbete na WikipédiaNão existe artigo sobre a Construtora ou o Grupo Laguna na Wikipédia, nem em português nem em inglês. Uma empresa com o edifício mais sustentável do mundo e o 1º residencial WELL da América Latina teria lastro de sobra para ter.Na prática, pra vocês: a Wikipédia é uma das primeiras fontes que o Google mostra e que a IA lê. Não estar lá é quase não existir para quem pesquisa a marca de fora. É autoridade na mesa, esperando ser construída.
04

Mídia paga

Quem toca esta frente hoje: Rede Magic.

A Laguna investe em anúncio, e isso funciona para o produto de apelo amplo e ticket acessível. O ponto não é gastar, nem que o anúncio não venda: é que ele é a alavanca certa para um tipo de produto e a errada para o outro. O colecionador de alto ticket não se vende por volume de anúncio.

Onde estão os erros, no detalhe

A 63 anúncios ativos, e um destino que pesa no alto ticket

facebook.com/ads/library · Página Construtora Laguna · jun/2026
os 63 anúncios ativos da Laguna na Biblioteca de Anúncios da Meta

Clique na imagem para abrir os 63 anúncios em tamanho real.

O funil, do investimento ao lead: o dinheiro entra, e o destino pesa no alto ticket.

63
anúncios ativos
o investimento em mídia
site / zap
destino dos anúncios
a maioria → o site · uma parte → o WhatsApp
destino fraco no alto ticket
site sem página por unidade nem CTA · WhatsApp sem atendimento ativo
o alto ticket
sofre
Biblioteca de Anúncios da Meta · Página Construtora Laguna · jun/2026 anúncios ativos agora: 63 // filtrado pela Página oficial, não por palavra
início: 49 em 2026 · 14 em 2025 // campanha pesada e atual o que os anúncios empurram BIOOS e Galeria Laguna na frente, depois VAZ, KAÁ, TREVI, ZAHI, JOÁ pra onde mandam o lead (CTA) "Saiba mais / Learn more" → o site // a maioria
"Enviar mensagem no WhatsApp" → WhatsApp // uma parte
  • 1Para o ticket acessível o anúncio converte; para o alto ticket, o destino pesaPara o produto de apelo amplo, o anúncio funciona. Mas o destino é o mesmo para todos: o site sem página por unidade nem CTA de verdade, e o WhatsApp sem atendimento ativo. No alto ticket, onde cada lead qualificado vale muito e a decisão depende de relacionamento, esse destino fraco pesa.Na prática, pra vocês: o que vende um produto de apelo amplo não é o que vende um duplex ou um colecionador de milhões. Arrumar o destino e o atendimento rende pouco no acessível e muito no alto ticket, que é justamente onde está a margem.
  • 2A mídia é tocada como performance de varejo, não como construção de marcaBoa parte dos anúncios é o mesmo criativo repetido em várias versões (a Biblioteca da Meta marca "este anúncio tem múltiplas versões" e "2, 3, 4 anúncios usam este mesmo criativo e texto"). É a mecânica de quem vende consumo de massa: duplicar criativo, cobrir posicionamento e medir clique. Combina com o DNA da agência (Rede Magic, 12 anos de Bombril, Colgate, Itaú), mas é a alavanca errada para um produto que se vende a pouquíssimos compradores de milhões.Na prática, pra vocês: anúncio de performance traz clique barato e lead frio. O que move o comprador de alto padrão é marca, reputação e cultura, e isso criativo duplicado não constrói. O orçamento existe, ele só está na alavanca de varejo.
Um complemento, pra dimensionar a mídia: não é só Meta. A Laguna também roda 27 peças no Google (texto e vídeo no YouTube), igualmente pela Rede Magic, verificável no Centro de Transparência do Google. O que não dá pra ver de fora é o split de verba entre os canais, isso fica como pergunta pra reunião.
adstransparency.google.com · domínio construtoralaguna.com.br · jun/2026
27 anuncios da Laguna no Google, veiculados pela Rede Magic

27 anúncios no Google, todos com o selo "Rede Magic, Verificado". Clique para ampliar.

B Como os concorrentes usam o mesmo canal

Anúncios ativos agora na Biblioteca de Anúncios da Meta (Brasil), construtora por construtora, verificado pela página oficial de cada uma:

AG7~2
San Remo~6
Construtora Laguna63
GT Building~110

Fora da escala local de Curitiba, como referência: a A.Yoshii roda ~140 (em quatro cidades: Londrina, Maringá, Curitiba e Campinas) e a Cyrela ~810 (Brasil todo). O volume alto da GT (~110) se explica pelo ticket mais largo e mais produtos (de studios a torres premium); a Laguna tem poucos produtos de ticket altíssimo, é outro jogo, não a mesma régua.

As paredes de anúncios de cada construtora, puxadas da Biblioteca da Meta. Clique para abrir em tamanho real:

AG7 · ~2
anúncios ativos da AG7
San Remo · ~6
anúncios ativos da San Remo
Construtora Laguna · 63
os 63 anúncios ativos da Laguna
GT Building · ~110
anúncios ativos do GT Building
A.Yoshii · ~140 (4 cidades)
anúncios ativos da A.Yoshii
Cyrela · ~810 (nacional)
anúncios ativos da Cyrela
  • 1Os concorrentes de alto padrão quase não pagam no Meta, a Laguna é a 2ª que mais pagaAG7 e San Remo, dois concorrentes diretos de alto padrão, rodam 2 e 6 anúncios. Eles ganham presença por reputação, editorial e corretor, não por mídia paga. A Laguna roda 63, atrás só do GT Building (110). Ou seja, a Laguna já é uma das que mais investe em anúncio na cidade, e joga esse tráfego num site que não converte.Na prática, pra vocês: o problema nunca foi anunciar pouco. Vocês anunciam muito, mais que quase todo concorrente local. O dinheiro é gasto e escorre no destino. E o jogo que a AG7 ganha quase de graça, aparecer no editorial e na busca, a Laguna não está jogando.

C Anuncia na Meta, e o espaço no Google fica aberto ao concorrente

  • 1Investe pesado na Meta e some na busca paga do GoogleEnquanto roda 63 anúncios no Instagram/Facebook, no Google (como mostramos no diagnóstico do site) quem comprava anúncio até no nome dos empreendimentos da Laguna eram os concorrentes, e a Laguna não estava lá. É um tráfego de marca, do próprio nome de vocês, que hoje está indo para terceiros.Na prática, pra vocês: quem busca "ZAHI" ou "Laguna" no Google está no auge da intenção de compra, e encontra o concorrente. A Laguna paga pra gerar o desejo na Meta e e hoje quem colhe a busca no Google é o concorrente.
05

Atendimento e Pós-venda

Quem toca esta frente hoje: o sistema da Ability e a equipe interna de pós-venda.

No digital, as duas pontas do atendimento falham. Antes da venda, o lead que estende a mão quase não é respondido. E depois do contrato, o relacionamento fica sem continuidade. E isto não é teoria: é a experiência de primeira mão do Lucas, da IHC, comprador da unidade 81 do VAZ, vivida na pele. É um ponto que vocês mesmos já reconhecem, agora com a prova na mão.

Onde estão os erros, no detalhe

A O primeiro contato: ou ninguém responde, ou respondem sem saber quem você é

Teste ao vivo, feito por nós em 30 de junho de 2026: mandamos mensagem nos quatro canais que o site e as redes oferecem e acompanhamos o que aconteceu até um consultor responder. Clique nas imagens para ampliar.

Instagram, mensagem sem resposta LinkedIn, mensagem sem resposta Facebook, mensagem sem resposta WhatsApp, bot que nao passa preco Consultor responde sem saber que sou cliente Conversa segue lenta, sem ligacao, sem reconhecer o cliente Fale com um consultor cai num telefone fixo
o que aconteceu (horários reais do teste) Instagram, "Bom dia!": 11:07 → sem resposta // 40+ min depois, ainda nada
LinkedIn, "informações sobre o KAÁ?": 11:25 → sem resposta // mesmo exibindo o selo "responde em até 1 hora"
Facebook, "Olá, bom dia!": 11:26 → sem resposta
WhatsApp: o bot "Luna" não passa preço e encaminha para um consultor
11:37 → o consultor Cristiano responde, mas como se eu fosse um lead novo do Vaz // sem saber que sou cliente, comprador e fornecedor da casa
"Fale com um consultor" (Linktree): cai num telefone fixo (41 3259-1801), não num consultor
  • 1Nas redes sociais, a mensagem do lead fica sem respostaInstagram (11:07), LinkedIn (11:25, que ainda exibe o selo "responde em até 1 hora") e Facebook (11:26): mandamos uma saudação e uma pergunta sobre o KAÁ nos três canais e, mais de 40 minutos depois, nenhuma resposta em nenhum deles.Na prática, pra vocês: a Laguna paga caro para atrair o lead (anúncios, conteúdo) e, quando ele chega pela rede social, ninguém atende. O comprador de alto padrão não insiste, vai para o concorrente que responde.
  • 2Nem o bot nem o consultor batem com a tabela oficial da própria LagunaA tabela de vendas oficial do VAZ (referência maio/26) lista cinco unidades disponíveis, todas duplex. O bot "Luna" ofereceu plantas que não estão nessa lista, como uma de 1 quarto de 53m². O consultor, por sua vez, falou em três opções, incluindo "uma de 1 quarto" e "uma de 103m²", que também não constam. Três fontes da mesma empresa, três respostas diferentes, e nenhuma igual ao documento oficial de vendas. O bot, em especial, parece responder a partir de uma base fixa e desatualizada (provavelmente o próprio conteúdo do site), e não da tabela de vendas viva, por isso oferece o que já saiu de venda.Na prática, pra vocês: se o robô, o consultor e a tabela de vendas não dizem a mesma coisa, o cliente recebe informação errada sobre o que está à venda e por quanto. Numa decisão de milhões, a confiança cai bem na hora de comprar.
  • 3Quando o consultor finalmente responde, ele não sabe quem você éCerca de 30 minutos depois da primeira mensagem, às 11:37, o consultor Cristiano respondeu com um texto genérico: "recebi seu contato com interesse no Vaz Batel". A conversa se arrastou até as 12:03, com cerca de 10 minutos entre cada resposta. Ele mandou um PDF de 78 páginas, um áudio, as plantas e o preço (R$ 3 milhões a duplex) e ofereceu uma visita. Em nenhum momento propôs uma ligação, e em nenhum momento descobriu quem estava do outro lado: o comprador da unidade 81 do VAZ, cliente e parceiro da casa. Um cliente conhecido foi tratado como um lead frio do começo ao fim.Na prática, pra vocês: sem uma base única de clientes, cada atendente começa do zero. Não enxerga histórico, não personaliza, responde devagar e despeja material em vez de conduzir. Para quem já comprou, ou para um parceiro, isso pesa, e a conversa começa em desvantagem.
  • 4O "Fale com um consultor" está quebrado, joga para um telefone fixoO atalho "Fale com um de nossos consultores", no Linktree, não abre conversa com ninguém: mostra um telefone fixo (41 3259-1801), o mesmo número geral da empresa.Na prática, pra vocês: prometer "fale com um consultor" e entregar um fixo frustra a expectativa no clique mais importante. Quem compra um imóvel de milhões espera atendimento à altura, não uma central.

B O Portal do Cliente que o cliente nunca recebe

o site anuncia, no topo
header com Portal do Cliente
"Portal do Cliente" em destaque no menu.
e no rodapé, de novo
rodapé com Portal do Cliente
"Portal do Cliente" na seção Atendimento.
  • 1O comprador da unidade 81 do VAZ não consegue entrar no próprio Portal do ClienteMesmo refazendo a senha pelo "Esqueci minha senha", o acesso é negado com "Usuário, senha ou permissão inválida". O Portal é anunciado no topo e no rodapé do site, mas o cliente real fica do lado de fora. A relação pós-venda começa com uma porta fechada, literalmente.Na prática, pra vocês: o pós-venda promete um canal que nem o próprio comprador consegue usar. Se quem já pagou não entra, o Portal vira enfeite no site, não ferramenta de relacionamento.
login do Portal negando acesso ao comprador da unidade 81 do VAZ
O comprador da unidade 81 do VAZ tentando entrar em laguna.multidadosti.com.br: mesmo com a senha refeita, "Usuário, senha ou permissão inválida". No rodapé, "Powered by MultidadosTI, VMulti WEB v.2025.10.10", o Portal roda num sistema de terceiro.

C O pós-venda terceirizado e fragmentado

o que o comprador recebe de verdade
cartão Manual do Proprietário Ability
Um cartãozinho com QR pra um app de TERCEIRO, a Ability, separado da Laguna.
e o link nem abre
link quebrado
O endereço recebido não leva a lugar nenhum: "não encontrou nenhum documento".
  • 1O manual do proprietário vem por um app de terceiroQuem compra um apê de milhões recebe um cartão com QR pra a Ability (ability-app.com.br), um app que não é da marca Laguna. Hoje a experiência pós-venda fica a cargo de um app de terceiro, em vez de ser da própria marca.
  • 2E o material que chega ao comprador hoje não abreO link de acesso que chegou ao comprador está quebrado. Além de não receber o portal, o que recebe dá erro.
  • 3E quando o cliente tenta usar, o app não entrega nem o básicoA Rhaissa, coproprietária, relatou muita frustração ao tentar usar o manual digital do proprietário: não consegue entrar e achou a experiência ruim. O manual do proprietário é uma das coisas mais básicas do pós-venda, e nem isso funciona direito.Na prática, pra vocês: depois de pagar milhões, o primeiro contato do cliente com o pós-venda é um app de terceiro que trava no básico. A frustração aí contamina a marca inteira, justo quando o cliente já estava pronto para virar promotor.
Pontos positivos:

A intenção existe: tem Portal do Cliente previsto e tem a Ability pro manual. As peças existem. O que falta é alguém ligando elas numa jornada única e garantindo que cheguem ao comprador.

2 · Quem entrega isso hoje
Portal do Cliente próprio + Ability (terceiro) + WhatsApp + canal de ética terceirizado

O pós-venda está espalhado em portas que não conversam: o Portal do Cliente da própria Laguna (que o comprador não recebe), o manual pela Ability (app de terceiro), o WhatsApp, e o canal de ética terceirizado. Ninguém é dono da jornada do comprador.

Vários canais, e o comprador não é cadastrado em nenhum.
06

Os concorrentes

Os últimos dois anos não foram só de juro alto. Foram também quando os concorrentes de alto padrão de Curitiba aceleraram, e hoje vários já estão à frente da Laguna em marca e conteúdo. Não é um novato isolado: é a AG7, especialista em "wellness building" há cerca de 15 anos e dona do edifício residencial eleito o mais saudável do mundo (Fitwel, 2020), agora com podcast e marca por empreendimento; e a GT Building, com 6 anos e R$1,2 bilhão em vendas, ocupando justo o território "imóvel-arte" que devia ser da Laguna. A Laguna está sendo pressionada pelos dois lados, pelo veterano que ficou agressivo e pelo novato que cresce rápido.

A Cada um já tem rosto, voz e canal próprio. A Laguna não.

Movimento de marcaLagunaAG7GTSan RemoA.Yoshii
Um rosto / porta-voz da marcanãon/dnãosimsim
Podcast próprionãosimn/dn/dn/d
Conta por empreendimentonãosimn/dn/dn/d
Conteúdo de marca (série, cinema, podcast)nãosimsimn/dn/d

A coluna da Laguna é a única toda em branco. Cada movimento já é feito por pelo menos um concorrente. "n/d" = não verificado por nós.

open.spotify.com · AG7 Talks, o podcast da AG7
o podcast AG7 Talks no Spotify
O AG7 Talks, podcast sobre arquitetura, bem-estar e futuro das cidades. É o caminho que vocês imaginaram pro Laguna Podcast, e a AG7 chegou primeiro.
instagram.com/icarocasaterrea · uma conta só pro empreendimento
conta de Instagram dedicada ao Ícaro, da AG7
Cada empreendimento da AG7 ganha a própria conta (PACE, Ícaro), com narrativa dedicada, em vez de tudo misturado num perfil só.
instagram.com/construtorasanremo
perfil da San Remo: produto Tailor Made e destaques de Parceiros e Eventos

A San Remo, por exemplo: o produto Tailor Made em destaque e os destaques fixos de Parceiros e Eventos. Marca com rosto e canal estruturado.

  • 1Os concorrentes têm rosto e canal próprio. A Laguna não tem nenhum dos dois.Três de quatro têm um rosto que conduz a marca: a San Remo construiu a diretora de marketing como porta-voz e lançou um produto de customização total (o Tailor Made); a A.Yoshii usa uma apresentadora fixa nas redes. A AG7 tem podcast e uma conta por empreendimento. A Laguna não tem rosto, não tem podcast, e mistura todos os lançamentos num perfil só.Na prática, pra vocês: pessoas se conectam com pessoas e com histórias, não com um logo institucional. Enquanto os concorrentes ganham relação e autoridade com rosto e conteúdo próprio, a Laguna fala sempre na terceira pessoa da marca. É a diferença entre construir uma relação de verdade e falar só pela marca.

B O "imóvel-arte" está sendo ocupado pela GT

instagram.com/gtbuildingoficial · cinema da sede, lançamento Andersen
a GT reúne o time no cinema da sede para apresentar o Andersen

A GT tem um cinema na própria sede e reuniu o time lá pro "primeiro contato com o Andersen". A legenda do post, em público: "quando o time entende a história, ele não vende produto. Ele conduz alguém pra dentro dela... a gente está construindo repertório." E não para no cinema: a GT mantém uma série de vídeos sobre o projeto (o A.Andersen, com episódios de bastidores e depoimentos), um motor de conteúdo inteiro em volta da arte.

Na prática, pra vocês: essa é a tese de vocês, o imóvel como arte e história, dita em alto e bom som pela concorrência, com cinema cheio e marca própria de projeto (Andersen). O "imóvel-arte" não é mais um espaço vazio esperando a Laguna. Se a Laguna não ocupar esse território com algo mais forte, a GT vira a dona dele.
Por que mudar agora:

Mesmo num mercado mais difícil de juro alto, a Laguna seguiu vendendo bem. Mas os concorrentes aceleraram, e a Laguna, com a marca mais antiga e os melhores ativos da praça, está parada enquanto os outros constroem rosto, conteúdo e território. A boa notícia: nada disso é inalcançável, e a Laguna tem mais lastro do que qualquer um pra fazer. É decisão e execução, não falta de matéria-prima.

07

A conta

Antes do número, a verdade: a Laguna vende muito bem, historicamente entrega de 80% a 90% das unidades vendidas antes da obra, mesmo nos dois anos de juro alto que apertaram o mercado. O ponto não é vender. É o custo da máquina de comunicação, que a Laguna paga igual, e o quanto desse dinheiro volta. Esse custo dá pra estimar. Tudo abaixo é estimativa, com a premissa à mostra e de propósito conservadora.

A régua é da própria Laguna: cerca de 1,8% do VGV de cada empreendimento vira verba de comunicação. O portfólio ativo soma, pela nossa estimativa conservadora, mais de R$1 bilhão de VGV, o que coloca a verba na ordem de R$19 a 25 milhões ao longo desses projetos. Só o lançamento AAA+ ainda não anunciado (R$400 a 500 milhões só de obra) carrega sozinho de R$9 a 22 milhões.

O custo não é pequeno, é invisível na escala. O que se paga aos fornecedores é alto em reais, mas pequeno perto do VGV, e por isso passa batido. Numa esteira de R$1 bilhão, cada ponto de eficiência vale milhões.

Os VGV por prédio são estimativa nossa, a Laguna não publica preço. Abaixo, o gasto operacional anual que dá pra ver de fato:

A O que a operação de comunicação custa por ano

EventosR$0,7 a 1 mi
~4 grandes (R$100-150 mil) + ~10 médios (R$30-50 mil)
Agências (Rede Magic, D-Lab, Talk, Pulp)~R$360 mil +
Rede Magic na ordem de R$30 mil/mês; D-Lab, Talk e Pulp a confirmar
Quiosque no Pátio BatelR$600 mil
R$50 mil por mês de aluguel do espaço
Mídia paga (Meta e Google)~R$600 mil
na ordem de R$50 mil/mês (Meta e Google), investimento da própria Laguna
Vídeo e foto de eventoR$150 a 280 mil
~14 eventos a R$10-20 mil (produção hoje amadora)
Plataformas (CRM, ERP)em T.I
CRM/ERP (Multidados) e ADM entram em T.I, não em comunicação
Mídia OOH (outdoor)institucional
reforço institucional de marca (visão da Laguna), pouco volume
Total estimado (conservador, sem T.I e OOH)~R$2,2 a 3,0 mi/ano
Na prática, pra vocês: isso é o que sai do caixa todo ano pra comunicação, vendendo ou não. O problema não é gastar, é quanto desse dinheiro volta. Hoje boa parte escorre no último passo.

B Onde esse investimento ainda não retorna

  • 1A mídia funciona no acessível, mas o destino limita o alto ticketO anúncio converte no produto de apelo amplo. No alto ticket, o mesmo destino (site sem página por unidade, WhatsApp passivo) segura a conversão, justo onde cada lead vale mais.
  • 2Os eventos são produzidos uma vez e somemMais de 80 acontecimentos em 3 anos (mais de um por mês), dos quais cerca de 14 por ano são eventos de custo relevante (do CASACOR ao Veuve Clicquot, de R$30 mil a R$150 mil cada). Cada um vira um punhado de posts e acaba: não vira conteúdo perene, nem pauta de imprensa, nem lead capturado. O valor escorre depois da noite.
  • 3A busca de marca é entregue pro intermediárioQuem procura "ZAHI" ou "Laguna" no Google está no auge da intenção e encontra o broker, que cobra comissão sobre um ticket na casa dos R$5 milhões. Bastam 1 ou 2 vendas por ano que poderiam ser diretas pra somar R$250 a 600 mil em comissão (estimativa de 5 a 6% sobre R$5 mi) em comissão que hoje fica com o intermediário.
  • 4A audiência grande não vira conversa nem cadastro54,9 mil seguidores e quase nenhuma conversa, sem um destino que transforme interesse em cadastro. Três anos de conteúdo desembocam num link que dispersa.
  • 5R$600 mil por ano num quiosque que rende abaixo do custoO quiosque no Pátio Batel, o shopping mais caro da cidade, custa R$50 mil por mês. Ele vende (já saíram 3 unidades do TREVI de uma vez), mas pouco pro que custa, e é o mesmo balcão que toda construtora tem. O ponto mais premium de Curitiba ainda funciona como estande padrão, e tem espaço pra virar uma experiência da marca.
A conta, em uma linha:

Pela régua da própria Laguna (1,8% do VGV), o portfólio ativo movimenta da ordem de R$19 a 25 milhões de verba de comunicação, e o gasto operacional visível é de R$2 a 3 milhões por ano. O custo não é pequeno, é invisível perto da escala. O trabalho da próxima fase não é cortar, é fazer esse dinheiro retornar. É disso que trata a parte das soluções.

Recurso não é o que falta
8 a 9
pessoas internas (4 a 5 no marketing, 4 na TI), que ainda atendem outras marcas do grupo
7
parceiros especializados contratados
R$2 a 3 mi
por ano investidos em comunicação

Tudo isso existe. Olhe como essas peças se conectam hoje:

Rede MagicD-LabTalkPulpProdutora de eventosCRM MultidadosAbilityEquipe de MarketingEquipe de TI
o elo que
conecta tudo
ninguém ocupa

São sete parceiros especializados (imprensa, branding, redes sociais, revista, eventos, CRM e pós-venda) e uma equipe interna dedicada. Talento e investimento existem de sobra. O que não existe é uma função: alguém com o papel de conectar tudo numa direção só. Hoje cada ponta faz bem a sua parte, e as partes não conversam. É por isso que uma matéria na Veja morre num Linktree e o site passa anos sem um cadastro único. Não falta gente, nem talento, nem dinheiro. Falta o elo.

E essa equipe não é exclusiva da Laguna: ela também absorve outras marcas do grupo conforme surgem (hoje a FAAR; a Teich, antes), confirmado pela própria equipe. A capacidade existe, mas é compartilhada, o que torna ter um dono dedicado à comunicação da Laguna ainda mais necessário.

O próximo nível

Até aqui, o diagnóstico: o que se vê, com a prova de cada ponto. O próximo nível, o pitch das melhorias e o plano faseado, está sendo preparado e apresento na nossa reunião.

O próximo nível · em preparação