O que está contratado
O contrato descreve as dez peças como “peças premium, de estilo documental ou cinematográfico”. Não existe peça básica: existe peça grande e peça menor. O que separa um filme de um mini-documentário é o tamanho da produção, nunca o cuidado.
Duas coisas mais, que já estão escritas e valem sempre. Empresas do grupo podem usar o mesmo crédito, a cláusula 2.2 garante isso, e é por ela que a La Violetera pode pedir. Os empreendimentos da Laguna, como BIOOS, VAZ ou Heres, não dependem dessa cláusula: são a própria contratante. E os conteúdos derivados são inclusos, o que merece uma leitura atenta, porque é onde nasce quase toda a dúvida de valor.
Formato ou peça nova · a distinção que decide tudo
Duas partes dessa frase decidem qualquer caso: o que se faz, cortes, adaptações e versões resumidas, e para onde vai: redes sociais, plataformas digitais e campanhas institucionais. O que está incluso, sem limite nenhum, é a presença digital da Laguna: o mesmo filme na medida de cada tela.
Peça que muda o que o filme diz, ou que passa a falar por outra marca, ou que vai para fora da presença digital, é produção nova. Não por interpretação, porque não é o que a cláusula descreve.
Na prática, três perguntas resolvem sem precisar consultar ninguém:
Três “não”, é formato, e está incluso. Qualquer “sim”, é peça nova, e entra por ordem de serviço.
- Vertical 9:16 para stories e reels
- Corte de 60 segundos
- Corte 1:1 para anúncio
- Versão otimizada para WhatsApp
- Corte reduzido institucional
- Legendas e versões sem trilha
- Narração nova gravada
- Montagem nova, em outra ordem
- Assinatura de outra marca
- Peça para evento presencial
- Material para veículo de terceiro
- Finalização para exibição em sala
O filme dos 30 Anos gerou sete formatos, todos entregues sem consumir peça nem cobrança, e passou por três rodadas de revisão com 77 apontamentos, também sem cobrança. E gerou peças novas, detalhadas na seção 08, cada uma com narração, montagem ou marca próprias.
Captação contínua · o que a cláusula 1.c cobre
Essa cláusula descreve o meio, não uma entrega à parte. Ela existe porque as dez peças precisam de material: estar na obra, no lançamento, no marco, captando o que vai alimentar os filmes e os mini-documentários ao longo dos cinco anos. Essa captação é inclusa e não se cobra.
E quando se fala em evento, três situações costumam se misturar. Vale separar.
O filme dos 30 Anos mostra os dois primeiros ao mesmo tempo: ele passou no evento de entrega do BIOOS, sem custo nenhum, e a homenagem que foi criada para aquele dia é uma peça própria.
As dez peças somam 231 jornadas de produtora: sete filmes de trinta jornadas e três mini-documentários de sete. Dividido pelo valor do contrato, dá uma diária única, a mesma para toda peça, todo pedido, todo ano. Nenhum preço aqui foi arbitrado: todos saem dessa divisão.
A jornada
Uma jornada é um dia da produtora, seis horas de trabalho efetivo, em dia útil.
Seis horas é a jornada produtiva de um dia de trabalho, o tempo em que se decide, escreve, dirige e monta, descontado o resto. Quem entra nela, e em que função, é conta da produtora.
Um dia em campo pesa duas jornadas
Filmar fora tira a casa de casa. Mobiliza a equipe e o equipamento ao mesmo tempo, consome deslocamento, e ainda deixa material bruto que precisa ser assistido, decupado e escolhido depois. Por isso um dia de captação conta como dois na régua, e é a única coisa que faz o preço de uma peça andar.
Feita com o que já existe: arquivo, render, fotografia, material da casa, reconstrução e geração de imagem. Nenhum dia de câmera.
Entrevistas, obra, cidade, depoimentos. Cada dia de câmera pesa duas jornadas, e o filme já traz até cinco deles inclusos.
O que existe dentro de uma peça
A parte visível de um filme é a menor. Abaixo, o desenho de um filme institucional de campanha, o formato mais comum, e o do filme dos 30 Anos. Serve como referência do que existe por trás de uma peça grande, não como fórmula: cada projeto se organiza de um jeito.
Nem toda peça se mede assim
As etapas acima existem em quase todo projeto, mas o peso de cada uma muda completamente conforme a natureza da peça. Alguns exemplos reais desta parceria:
Por isso a régua fixa o tamanho da peça em jornadas, e não a receita de como chegar lá. Como essas jornadas se distribuem é decisão de direção e muda a cada projeto, é aí que mora o ofício, e é o que se contrata.
O filme dos 30 Anos, de ponta a ponta
Esta é a peça que serve de régua para todas as outras, e é a que gerou mais dúvida sobre tamanho. Tudo abaixo está registrado, com data, na página do projeto, nada aqui é reconstruído de memória.
O que é uma rodada de revisão
Cada apontamento é um trabalho de precisão sobre a imagem, não um ajuste de gosto. Quatro dos setenta e sete, como exemplo:
Os sete formatos entregues, sem consumir peça nova
Versão completa com a homenagem · versão reduzida institucional · horizontal reduzida · corte otimizado para WhatsApp · corte de 60 segundos · vertical completa · vertical sem o trecho de homenagem.
O que nasceu depois do filme
Quatro peças novas foram pedidas em cima do material, cada uma com narração, montagem ou finalização próprias, e cada uma com suas próprias rodadas de revisão. Detalhadas na seção 08:
Ninguém mudou o combinado por conta própria. A peça cresceu durante a produção, com os dois lados dentro, de um lado a proposta de tratamento, do outro as três rodadas de ajuste. É isso que a conta precisa refletir, e é por isso que ela entra como filme.
Depois do filme aprovado · a homenagem ao Sr. Faissal
Com o filme dos 30 Anos já fechado e aprovado, chegou um pedido novo, na segunda-feira 25 de maio, oito dias antes do evento de entrega do BIOOS. O pedido veio por escrito, detalhado, e está registrado:
O briefing era completo: um trecho narrado com a voz do Sr. Faissal reconstruída por IA, o terreno antigo com ele recomposto na imagem, fotografias e timelapse da obra, o projeto pronto e o take dele caminhando pela praça. Todo o material foi separado e enviado junto.
Pela régua desta página, R$ 50.000: produção nova, construída do zero, com captação, refação em fim de semana e entrega em prazo de evento.
Vale dizer o que este registro mostra e o que não mostra. O pedido foi impecável, veio por escrito, com briefing detalhado, material organizado e o prazo assumido com honestidade. O que não existiu, em momento nenhum e por nenhum dos dois lados, foi uma linha sobre valor. Não por descuido: porque não havia onde essa linha entrar.
O que o mercado pratica
Para que a régua não dependa da nossa palavra, os três números que a sustentam são públicos e verificáveis.
Piso salarial por função · convenção coletiva do audiovisual
| Função | Diária mínima |
|---|---|
| Direção | R$ 1.032,42 |
| Direção de fotografia | R$ 681,56 |
| Técnico de som | R$ 681,56 |
| Montagem | R$ 681,56 |
| Operação de câmera | R$ 624,45 |
| 1º assistente de câmera | R$ 494,15 |
São pisos, o mínimo legal para qualquer profissional da categoria, inclusive quem começou ontem. Cinco funções numa diária de documentário somam R$ 3.514 antes de encargo, equipamento, transporte e alimentação. O Sindcine cobre o Paraná, e a mesma convenção fixa os adicionais de 50% e 100% que aparecem na seção 06.
Animação e imagem
| Referência | Faixa | Fonte |
|---|---|---|
| Animação · nível de entrada | US$ 50 a 100 por segundo | mercado internacional |
| Animação · profissional | US$ 150 a 300 por segundo | mercado internacional |
| Minuto de animação | média de US$ 8.000 | mercado internacional |
| Imagem parada profissional | R$ 1.500 a 5.000 | mercado brasileiro |
Os clipes 4K desta tabela saem a R$ 200 por segundo, abaixo do piso internacional de entrada, e no patamar brasileiro. É a referência a usar quando surgir a pergunta de quanto vale um vídeo.
Fontes: tabela de pisos do Sindcine (longa, média, curta e documentário) · levantamentos de precificação de visualização arquitetônica e de maquete eletrônica, 2026.
Preço por peça
| Peça | Jornadas | Valor |
|---|---|---|
| FilmeAté 5 diárias de campo inclusas | 30 | R$ 195.000 |
| Mini-documentárioAté 1 diária de campo inclusa | 7 | R$ 45.000 |
| Filme dividido em sérieUma peça grande repartida em entregas menores, ligadas pelo mesmo tema | 30 | R$ 195.000 ÷ nº de partes |
| Diária de campo adicionalAcima do que a peça já traz | 2 | R$ 13.000 |
| Captação com equipe contratadaElenco, arte, locação fechada, equipe de fora | : | orçada |
| Clipe animado 4K a partir de render10 segundos, com som | : | R$ 2.000 / un |
| Recomposição vertical nativaQuadro reconstruído, nunca recortado | : | R$ 1.200 / un |
| Imagem reconstruída em alta resoluçãoMatriz 4K ou superior | : | R$ 600 / un |
| Re-versão simplesTroca de logo, corte, legenda | 1 | R$ 6.500 |
| Re-versão com nova locução ou remontagemNarração nova, lettering novo, nova montagem | 2 | R$ 13.000 |
| Finalização para cinemaMasterização, mixagem 5.1 e claquete ANCINE | : | R$ 15.000 |
| Jornada de ajustesVários pedidos pequenos numa mesma jornada | 1 | R$ 6.500 |
O que muda o valor
As peças que vieram depois do filme
Pedidos que chegaram depois da entrega do filme, cada um com narração, montagem ou marca próprias, e cada um com suas próprias rodadas de revisão, além do primeiro corte. Nenhum teve valor combinado antes, e é por isso que os valores causaram estranheza. Abaixo, cada um com o que foi feito e a régua aplicada, para conferir linha a linha.
Pedida por escrito no grupo, em 25 de maio, oito dias antes do evento, com o filme dos 30 Anos já aprovado. O briefing foi da própria Laguna e o prazo veio reconhecido como “curtíssimo” por quem pediu.
O trecho foi construído do zero: a voz do Sr. Faissal não existia em lugar nenhum e foi reconstruída por inteligência artificial; a montagem é própria, o terreno antigo com ele recomposto, fotografias, timelapse da obra, o projeto pronto e o take dele caminhando pela praça. A captação da locução com o Gabriel foi no escritório da Laguna, em 28/05, e a refação da voz correu no sábado e no domingo seguintes, a tempo do evento.
Corte novo do material contando a história da família, com a inclusão do logotipo da La Violetera e finalização do trecho, para a feira da empresa. Pedida num dia e entregue no dia seguinte.
Não é formato: a peça passa a ser assinada por outra marca e o destino é um evento presencial, fora da presença digital que a cláusula 1.b cobre. A cláusula 2.2 é que garante à La Violetera o direito de pedir, usando o mesmo crédito.
Locução nova gravada e corte novo, montados para exibição no evento da revista TopView, da Record, mais as rodadas de ajuste sobre o primeiro corte. É a peça que também aparecia no registro como “nova versão BIOOS”.
Também não é formato: muda o que o filme diz, e o destino é o evento de um veículo de terceiro. Prazo confortável, sem adicional de urgência.
Masterização da imagem para projeção, mixagem em 5.1 e claquete de registro na ANCINE, para exibição no Pátio Batel. Foram quatro dias de equipe sobre o material antes de a demanda ser encerrada; a veiculação seguiu com a adaptação feita pelo fornecedor do cinema, por R$ 350.
O que é um DCP
Cinema não toca arquivo de vídeo. O projetor de uma sala comercial não abre um MP4: ele lê um pacote próprio, o DCP, sigla de Digital Cinema Package. E não é um arquivo, é uma pasta: a imagem gravada quadro a quadro sem compressão entre quadros, o som em canais separados e sem compressão, e uma trilha de verificação que a sala confere antes de exibir. Em muitos casos vem com uma chave que autoriza a exibição só naquela sala, e só no período combinado.
Gerar esse pacote a partir de um vídeo que já existe é um processo em boa parte automatizado, e é isso que custa R$ 350. Preparar a obra para ser vista naquela sala é outro trabalho, e é a diferença entre os dois números.
Por que R$ 350 e R$ 15.000 não são o mesmo serviço
Os dois valores apareceram lado a lado e é natural que tenham parecido o mesmo trabalho com preços diferentes. A diferença é técnica, não comercial.
| Conversão de arquivo | Finalização para cinema | |
|---|---|---|
| O que é | Gerar o DCP a partir do vídeo que já existe | Preparar a obra para ser vista naquela sala, e depois empacotar |
| Imagem | A mesma imagem, dentro de outro contêiner | Remasterização: a tela é dezenas de vezes maior e a sala projeta com cerca de um terço do brilho de um monitor. O que se enxerga na edição some no escuro, e a cor muda de espaço |
| Som | A mesma mixagem estéreo | Mixagem em 5.1, seis canais, no padrão de nível da sala. Estéreo tocado em sala de cinema chega desequilibrado |
| Registro | : | Claquete de registro na ANCINE, exigida para exibição comercial em sala |
Nada disso torna a escolha errada. Se o objetivo era exibir o filme e o resultado agradou na sala, a conversão resolveu, por um valor que nenhuma finalização alcança. O que faltou não foi decisão: foi a decisão ter acontecido antes, com os dois caminhos e os dois preços na mesa. Em vez disso, ela aconteceu depois de quatro dias de equipe já trabalhados, e ninguém queria isso.
Como se pede
Toda demanda passa por uma ordem de serviço antes de começar. Isso já está no contrato, cláusula 3.1: cada serviço é formalizado com escopo, prazo e valor. Vale para os dois lados, e é o que faz nenhum valor aparecer depois do trabalho feito.
O consumo de 2026
Duas das dez peças estão comprometidas com o que foi combinado para este ano, na mesma leitura que a equipe já registrou em janeiro: um conjunto de vídeos vale uma entrega.
A segunda delas é uma peça grande dividida em quatro, os três episódios do Batel e o vídeo conceito do Heres, a R$ 48.750 cada. Essa divisão vale enquanto cada parte ficar no escopo combinado. Se uma delas crescer durante a produção, como aconteceu com o filme dos 30 Anos, ela volta a ser dimensionada sozinha.
| Peça | Consome | Estado | Valor |
|---|---|---|---|
| Filme institucional 30 AnosRoteiro de 20 cenas, 4 versões, 77 apontamentos, trilha original, 7 formatos | 1 dos 7 filmes | Entregue | R$ 195.000 |
| Série Batel + HeresUma peça grande dividida em quatro: três episódios sobre o Batel e o vídeo conceito do Heres · R$ 48.750 cada | 1 dos 7 filmes | Heres entregue · Batel em roteiro | R$ 195.000 |
| Homenagem ao Sr. FaissalProdução nova, do zero · fora do contrato, em verba | nenhuma peça | Em aberto | R$ 50.000 |
| Versão TopView · RecordLocução e corte novos · fora do contrato, em verba | nenhuma peça | Em aberto | R$ 13.000 |
O filme dos 30 Anos, sozinho, consumiu 65% do teto do ano, planejado em janeiro como peça menor e produzido como filme, com toda a jornada registrada na seção 04.
As duas últimas linhas não consomem peça do contrato: são produções novas, e correm em verba de marketing. Somam R$ 63.000. Fora delas, R$ 24.750 em trabalho feito por conta do IHC, a versão La Violetera e a finalização para cinema.
O que os números dizem não é que houve erro de alguém: dizem que a demanda que a operação gera hoje é maior do que o contrato de 2025 previu. É uma boa conversa para ter, e é para isso que esta régua existe, para que ela aconteça antes do trabalho, e não depois.
Duas moedas que nunca se misturam
Construir acontece uma vez. Operar acontece todo mês. São naturezas diferentes e por isso são pagas de formas diferentes.
- É montar o que ainda não existe: site, sistema, central
- Pago em permuta, abatendo o saldo das unidades, ou avulso, em dinheiro
- Em permuta, não passa pelo caixa da Laguna
- O que se constrói fica no nome da Laguna, para sempre
- É o mensal, e substitui o que hoje se paga a fornecedor
- Cobre a operação inteira, não é aluguel de sistema
- Sobe por degrau, sempre escrito antes
- Cada degrau vem com um custo que sai da casa
Um dia de trabalho da equipe é uma jornada: R$ 6.500. A conta nasceu no contrato de mídia e vale igual aqui. É com ela que se calcula tudo o que não tem preço fechado nesta página. Uma casa, uma unidade.
O que muda depois de pronto
Sistema não termina no dia em que entra no ar. A pergunta que decide o contrato é o que acontece com o pedido que chega no mês seguinte.
O mensal compra ritmo de entrega, nunca quantidade. "Tudo incluído sem limite" é promessa sobre a única coisa que não se fabrica, que é o tempo, e por isso não se cumpre. O que se garante é a velocidade com que o pedido é atendido, e isso se organiza em três tamanhos.
| Tamanho | O que é | Exemplo | Como corre |
|---|---|---|---|
| P | Muda o que já existe: campo, coluna, filtro, rótulo, relatório com dado que já está lá | “Quero a origem do lead na tela do funil” | Entra na fila do mês, sem orçamento |
| M | Tela nova, com dado que já existe | “Uma tela de desempenho por corretor” | Uma por mês, no mensal |
| G | Informação que o sistema ainda não tem | Integração com banco, folha, contador | Projeto orçado |
Além da franquia: uma tela nova adicional são 2 jornadas, R$ 13.000. E quando a Laguna quiser algo mais rápido do que a fila permite, um ciclo extra de entrega custa 1 jornada, R$ 6.500. O preço é de ritmo, não de funcionalidade. Esses valores valem para trabalho em horário comercial. Pedido para entregar em menos de 24 horas úteis: 1,5×. Noite, fim de semana ou feriado: 2×. Vale o maior, nunca a soma.
O que é troca, o que é ciclo, o que é trabalho novo
Página muda mais do que filme: o produto evolui e a página vai junto. Por isso, pedido de mudança aqui não é tudo igual. São três tipos, e cada um corre de um jeito.
Dentro de trabalho novo, o que é cada coisa:
Página pronta se aproveita. O que já foi construído e aprovado entra no que vem depois sem custo novo: a página de performance, pronta, entrou inteira no processo do site.
Dentro do mensal, sem cobrança
O que é orçado antes
| Item | Jornadas | Valor |
|---|---|---|
| Apresentação de vendasEstrutura, texto e diagramação sobre material existente. Inclui 2 ciclos de ajuste | 2 | R$ 13.000 |
| Apresentação autoralConceito, direção de arte, imagem produzida e narrativa própria. Inclui 2 ciclos de ajuste | 4 | R$ 26.000 |
| Página por unidadePágina própria de um imóvel, com vídeo e narrativa. O corretor manda o link certo para a pessoa certa, no lugar do PDF do prédio inteiro | – | R$ 8.000 / unidade |
Estes correm pela verba e podem ser abatidos do saldo, como no audiovisual. O preço da apresentação compra a página: estrutura, arte, texto e montagem. O audiovisual que roda dentro dela — filme, animação, imersão — corre pela régua do audiovisual, na criação e depois dela. É por isso que uma animação nova custa 2 jornadas mesmo numa página de 4: são duas pilhas diferentes, e a página nunca cobrou pela animação. Projeto maior que isso — um atendimento por WhatsApp, uma integração — é tamanho G: escopo próprio, proposta própria, orçado antes. O simulador monta o pedido e devolve o valor antes de qualquer produção começar.