Este material contém dados estratégicos e confidenciais da Laguna. O acesso é restrito.
O levantamento interno da Laguna organizou os números na forma como a diretoria lê. Este material completa o quadro: por que a substituição precisa acontecer, o que deixa de ser pago em cada etapa, quanto a casa passa a pagar e o que existe dentro de cada linha. Ao final, as perguntas levantadas na análise, respondidas uma a uma.
A mesma pergunta, respondida para cada momento da migração: o que deixa de ser pago, o que a IHC passa a cobrar, e quanto a casa paga no fim. Os R$ 77 mil de hoje são a linha que nenhuma etapa ultrapassa.
Nada aqui é opinião sobre o trabalho de ninguém. São fatos verificáveis, levantados no diagnóstico autorizado pelo TI da Laguna, sobre onde o retorno se perde no caminho. São dois problemas diferentes, e por isso duas trocas diferentes.
As duas trocas resolvem coisas diferentes e por isso acontecem em etapas diferentes. Nenhuma delas começa por insatisfação: começam por posse, por medição e por segurança do dado.
Toda comparação depende desta linha de base. Ela é maior do que a que estava na proposta, porque o levantamento interno trouxe um custo que ainda não estava contado. São os custos identificados até agora: o levantamento segue, e todo item novo que aparecer entra na mesma régua.
Desse total, R$ 3,5 mil de imprensa continuam. R$ 73,5 mil por mês é o que está em jogo.
Ela tem implementação e mensal. Faltam as duas colunas que respondem a pergunta que o conselho vai fazer: o que deixa de ser pago, e como fica o total da casa no fim.
Na Fase 1, a Rede Magic sai e a IHC entra por R$ 35 mil. A troca é direta e a casa continua no mesmo lugar.
Na Fase 2, o mensal sobe para R$ 55 mil e nenhum fornecedor sai. O CRM sozinho não encerra o Multidados, porque o que a Multidados aluga são o CRM e o portal do cliente, no mesmo contrato. Enquanto o portal ficar de fora, os R$ 8 mil continuam sendo pagos.
É esta a diferença que não fechava na comparação. A leitura estava correta, faltava a coluna. As seções seguintes resolvem o ponto sem retirar nenhum item do escopo previsto.
A regra é simples e vale para as três: o que a IHC assume é sempre maior do que o que a IHC cobra. A casa nunca sobe, e a construção nunca sai do caixa.
O acréscimo de R$ 6,5 mil por mês não vem do escopo da IHC. Vem de a casa manter dois times de criação em paralelo durante a transição.
Manter os dois durante um período é uma decisão legítima, e pode ser a escolha certa para não trocar tudo de uma vez. O que este material faz é deixar o número visível e a saída disponível: a Etapa 3 está precificada e pode ser antecipada a qualquer momento.
É aqui que a conta muda de patamar, porque é a etapa que resolve a duplicidade. Não tem data marcada: é uma decisão da Laguna, fica precificada desde já e pode ser antecipada para dentro da Etapa 2 se o board preferir ir direto ao ponto.
A pergunta é justa: se hoje já existe um atendimento por R$ 3 mil por mês, por que a proposta traz um valor de implementação alto. A resposta é que são três camadas diferentes, e a primeira delas a Laguna passa a ter sem pagar mais nada.
Por isso o atendimento aparece depois na proposta, e não por escolha de cronograma: antes do CRM e do portal não existe base para o sistema reconhecer ninguém, e sem base ele faz exatamente o que já é feito hoje. O valor não é o preço de responder mensagem, é o preço dos degraus 2 e 3.
E fica combinado o mais importante: a Laguna não fica um único dia sem atendimento. O degrau 1 entra junto com o site, e nenhum aviso a fornecedor é dado antes do substituto estar no ar.
Registradas como foram formuladas na análise do escopo, na mesma ordem.
Não fica, e isso está resolvido de duas maneiras ao mesmo tempo.
A primeira é a regra que vale para todo o projeto: nenhum aviso a fornecedor é dado por data, e sim por porta. O aviso só sai quando o substituto está no ar, testado e com os dados dentro de casa. Se qualquer entrega atrasar, o que existe hoje continua ligado, sem custo novo.
A segunda é o degrau 1 do atendimento, que sai da etapa futura e entra junto com o site, sem implementação e dentro do fee, fazendo o mesmo que é feito hoje. A troca é direta e no mesmo mês.
Depois do esclarecimento, ficou claro que os dois lados falavam de coisas diferentes. O que a Laguna chama de cobertura, uma pessoa fazendo foto, um depoimento e um vídeo para postar, é registro, e registro não tem limite apertado. A franquia de duas por mês foi escrita pensando em produção com equipe, e a redação foi corrigida.
O histórico da casa é de um a dois registros por mês, então quatro cobre com folga. Acima disso, diária tabelada, sabida antes.
Concordo, e ela nunca esteve na conta de substituição. Está na linha de base como custo mantido, com os R$ 3,5 mil por mês, e por isso a comparação desta página usa R$ 73,5 mil, não R$ 77 mil.
Relação com a imprensa é construída por pessoa e por anos de convivência, e o trabalho dela aparece em veículo nacional. Não é o tipo de coisa que se substitui.
O que a IHC faz é encorpar esse trabalho. A assessoria passa a ter munição em vez de depender de material improvisado a cada pauta, e o resultado de cada veiculação deixa de ser invisível.
Essa é regra de negócio, e é justamente o tipo de coisa que um sistema alugado não resolve porque não foi feito para a operação da Laguna. O nosso é, e a regra se escreve junto com o time comercial antes de migrar.
Antes de qualquer migração fazemos o mapeamento das regras atuais com o time comercial, com semana marcada e responsável. Nada é migrado sem conferência, e o sistema antigo só é desligado depois que o novo estiver rodando com os dados dentro.
São duas moedas separadas, e essa separação é o coração do modelo.
Os R$ 35 mil da Etapa 1 são só o mensal, e são exatamente o que hoje se paga à Rede Magic. A implementação de R$ 240 mil da mesma etapa não passa pelo caixa: ela abate o crédito das unidades, no encontro de contas que está em página própria.
Na tabela eles aparecem separados, e é uma leitura natural, porque têm nomes diferentes. Mas são o lado de dentro e o lado de fora da mesma base de dados. É por isso que a Multidados aluga os dois num contrato só, por R$ 8 mil.
Um comprador de milhões acompanha a própria obra num sistema que não tem a marca de quem vendeu. O portal é a única linha do projeto que fala com o cliente depois da venda, e é a que paga a conta do mês.
A forma mais honesta de comparar não é listar serviços, é ver quanto tempo leva para responder o que a diretoria pergunta todo mês.
É a pergunta certa, e a resposta é o motivo pelo qual a ordem das entregas é essa. A Laguna sai desta migração menos dependente do que entrou, mesmo no pior cenário.
Domínios, hospedagem, contas de anúncio e perfis passam para o CNPJ da Laguna nas duas primeiras semanas, antes de qualquer outra entrega. Se a parceria parar no mês seguinte, isso já aconteceu e não volta atrás.
Base de leads, contatos, histórico e conteúdo são da Laguna, exportáveis em formato aberto a qualquer momento, sem pedir autorização a ninguém. O que hoje não é possível com nenhum dos fornecedores atuais.
O crédito de construção é abatido por marco entregue e aceito por escrito. Serviço solicitado e não prestado volta a ser exigível em dinheiro, com correção e penalidades. O risco de execução fica todo do lado da IHC.
Nenhum fornecedor é avisado antes do substituto estar no ar, aceito e com os dados migrados e conferidos. Se algo atrasar, o que existe hoje continua ligado, sem custo adicional. A transição não tem vão.
Este foi o ponto mais pedido na análise, e com razão. Nada aqui é aberto: tudo que não estiver nesta lista é orçado antes de começar.
A conta desta parceria não se resume ao valor mensal. Ela acontece em três lugares diferentes, e ler os três juntos é o que faz o desenho fazer sentido.
O prêmio existe para alinhar o interesse dos dois lados: a IHC só ganha mais quando a Laguna gasta menos. E é onde está o dinheiro grande, porque a verba de mídia é muito maior que qualquer linha de fee em discussão.
Nenhum item inicia antes do aditivo que organiza as duas permutas e converte o saldo em crédito de construção, com abate por marco entregue e aceito. Papel primeiro, obra depois.
A Laguna é dona do site, dos domínios, da marca e de todos os seus dados, para sempre, com liberdade de exportar quando quiser. O motor que roda tudo é do IHC, que responde pela evolução, e a Laguna tem licença de uso permanente, sem aluguel de software — a operação e a infraestrutura correm pelo mensal.
Site no ar em 5 semanas. Atendimento operando junto com o site. CRM no mês 2 e portal até o mês 4, com os dados migrados e conferidos. Cada marco é aceito por escrito antes de abater do crédito.
O diagnóstico, o painel e o site foram construídos por conta da IHC, antes de qualquer sim, sobre o dado real da Laguna. Não é promessa de entrega: boa parte da Etapa 1 e da Etapa 2 já existe para ser vista funcionando.
Em regime, R$ 102 mil por ano a menos do que se paga hoje, com cinco fornecedores substituídos por um. E, ao longo do caminho, R$ 780 mil em site, sistemas, dados e conteúdo no nome da Laguna, sem um real saindo do caixa.
A Etapa 2 é a única em que a casa sobe, em R$ 6,5 mil por mês, e o motivo é manter dois times de criação em paralelo. A Etapa 3 resolve isso: o fee sobe R$ 10 mil e absorve R$ 25 mil de custo.
Uma troca de fornecedor de dez anos exige justificativa, e a justificativa aqui não depende de promessa: são a posse que hoje está fora de casa, o dado do cliente que hoje está exposto, e a medição que hoje não existe. Cada etapa mostra o que sai, o que entra e o que sobra. A construção não passa pelo caixa, e o que se constrói fica no nome da Laguna.
O que precisa de decisão agora é o começo: o site, a posse, a captura e o atendimento. O resto vem na sequência, no ritmo da casa, com cada entrega abrindo a próxima.
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