Entre com o seu e-mail e a senha da Laguna para acessar.
A proposta final, numa página: o que vai para o contrato. O pacote único aceito, com os números da tabela vigente, o que já está construído, as duas formas de pagar que não tocam o caixa de 2026 e a condição de fechamento que antecipa a economia para setembro.
O que a diretoria propôs: em vez do faseamento, fechar site, redes sociais, painel, CRM e geração de leads num pacote só, com uma única migração, e o portal do cliente e os módulos seguintes plugados na sequência. Estamos de acordo. É a leitura certa: as peças dependem umas das outras, e foi por isso que a tabela já tratava cada etapa como parte de um sistema só.
O pacote único já tem preço na tabela. É a soma das Etapas 1 e 2, sem nenhum item novo:
A régua completa, item a item, com o que sai e o que entra em cada passo: a tabela, completa ↗. As dúvidas levantadas na análise do escopo estão respondidas lá, uma a uma.
A pergunta mais repetida da análise. A resposta honesta começa pela história: o painel nasceu para o gestor, e cada conversa com o time trouxe uma dor nova que virou módulo. Nada disso é extra: tudo abaixo está dentro do pacote único e do fee de R$55 mil.
O IHC não esperou contrato. O painel está no ar desde 13 de julho, com a base do Multidados migrada e reconstruída: 13,9 mil pessoas, 16,4 mil leads atribuídos, 992 contratos lidos do Mega, espelho de vendas e performance. O site novo está pronto para publicar. O CRM está sendo desenhado com o próprio time: a esteira do Alan é a régua do funil, as telas da Thamy e da Amanda estão validadas, o acervo de materiais definido.
Por isso os R$ 660 mil não são um orçamento de construção futura. A maior parte da construção aconteceu, por conta e risco do IHC. O que se contrata é a ativação, a migração conferida e a integração com o Mega pela porta oficial. As referências de mercado estão na própria proposta: só o site, no tier em que este foi feito, custa de R$ 270 a 540 mil quando encomendado do zero, em 14 a 20 semanas.
Todos os valores seguem tabela de mercado, auditável por orçamento externo quando a Laguna quiser. E o desconto, na prática, já foi dado em trabalho: o portal do cliente (R$ 180 mil) entra sem custo de implementação, e o pacote de vídeo do Heres saiu em menos de 20 horas dentro do contrato de mídia.
E vale comparar o que cada mensalidade compra, pelo que se vê publicado. O que chega ao feed hoje é, na maior parte, render reaproveitado, e evento é registrado com um celular. E quando o evento pede mais, a Laguna paga foto e vídeo de fora, por fora da conta dos R$77 mil. No fee, entram estratégia com calendário mensal e plano anual, direção de arte aplicada por quem definiu a marca, conteúdo de cinema tirado do acervo dos filmes e até 4 registros de evento por mês com profissional em campo, sem cobrança avulsa. A criação externa (R$ 25 mil/mês) também é absorvível: a Etapa 3 já está precificada, deixa a casa em R$ 68,5 mil e pode ser antecipada quando a Laguna quiser.
Sobre compensar este projeto com os próximos (Hermes e os lançamentos que vêm): cada projeto tem contrato e conta próprios. Misturar os dois é o que mantém a decisão travada; separar é o que deixa os dois andarem. O que os próximos projetos garantem é outra coisa, e melhor: uma parceria de anos com a máquina já rodando.
Duas coisas importantes antes dos caminhos. Primeira: a construção não é um cheque de uma vez. O crédito é consumido ao longo do ano, por marco entregue e aceito, na regra do aditivo. A decisão da Laguna é só de ritmo: dividir em mais tempo, ou dar espaço no ano trocando parte do volume de filmes por tecnologia dentro da mesma capacidade de permuta.
Segunda: o fee entra em escada, não em degrau único. R$ 35 mil na ativação, quando Rede Magic e Darwin saem (a casa vai de R$ 77 para R$ 74 mil). R$ 55 mil só quando CRM e portal assumem e Multidados e RD Station são encerrados (a casa fica em R$ 83,5 mil; os R$ 6,5 mil acima de hoje são a escolha de manter a criação externa em paralelo, e a Etapa 3, já precificada, leva a casa a R$ 68,5 mil quando a Laguna quiser). Em nenhum momento se paga o fee cheio antes do sistema cheio.
A mesma mecânica do crédito de mídia que já funciona desde 2025: o saldo das unidades (R$ 1.703.000) vira crédito, com teto de R$ 400 mil por ano até 2030. O pacote único de R$ 660 mil cabe nos tetos de 2026 e 2027 sem um real de caixa, abatido marco a marco, e o saldo para de corrigir na assinatura do aditivo. Detalhe completo: o encontro de contas ↗
Se a Laguna preferir não converter agora, a construção pode ser parcelada em várias vezes dentro da mensalidade, sem entrada, no fôlego que o ano permitir. Sem desconto sobre a tabela, porque o valor é de mercado e o sistema já está entregue. Os dois caminhos são combináveis: parte em crédito, parte no fee.
Para deixar organizado o que vai para o contrato: fechando o pacote único pelo aditivo do crédito de tecnologia, o portal do cliente (R$ 180 mil) corre por conta do IHC. A construção cai de R$ 660 mil para R$ 480 mil: R$ 400 mil dentro do teto de 2026 e apenas R$ 80 mil em 2027.
É assim que a economia aparece antes do fim do ano, e não em promessa: o painel entra no ar e a Multidados pode ser encerrada já em setembro, sempre pela regra da porta (o aviso só sai com o substituto no ar, testado e conferido), e a primeira fatura que deixa de existir é a prova do modelo. E fica registrado o que corre por conta do IHC nesta mesa: o portal do cliente, R$ 180 mil de implementação, mais a versão La Violetera (R$ 9.750) e a finalização para cinema do Pátio Batel (R$ 15 mil), no audiovisual. É a forma do IHC de dar o desconto sem quebrar a tabela, e é a última linha dela.
Espaçar o build não protege o caixa; ele o consome. Cada mês sem ativar, a casa segue pagando R$ 48,5 mil a plataformas que o sistema substitui: em um ano, R$ 582 mil queimados em aluguel, sem nenhum ativo no fim. E vale a regra que protege a transição inteira: o aviso a fornecedor sai por porta, não por data. Nada é desligado antes do substituto estar no ar, testado e com os dados dentro de casa. A Laguna não paga duplo por atraso nosso e não fica um dia no escuro.